
Eis como, em poucos anos, Joaquim Raposo e o Partido Socialista arruinaram a cultura no município da Amadora. No espaço de 5 anos, o orçamento municipal dedicado ao sector foi divido por 5, passando de mais de 5 milhões de euros em 2007 para cerca de 1 milhão de euros em 2011. Isto apesar de as famílias e as empresas do concelho pagarem cada vez mais impostos à autarquia.
O desinvestimento na cultura tem uma tradução prática, visível no definhar das actividades artísticas e no abandono dos equipamentos culturais da cidade:
- O Cine-Teatro D. João V, na Damaia, foi encerrado pela autarquia e apodrece aos poucos, aguardando por obras de remodelação indefinidamente adiadas;
- A Fábrica da Cultura foi abandonada pela câmara, esperando por um projecto de requalificação repetidamente anunciado e jamais concretizado;
- O Cine-Teatro Lido, importante referência cultural da cidade, foi entregue a um imparável processo de ruína, com incêndios à mistura, à espera do momento certo para ser substituído por mais um vil mamarracho;
- O Festival Internacional de Banda de Desenhada, sem dúvida a mais importante manifestação cultural do concelho, perde público e relevância mediática a um ritmo preocupante;
- O prémio de música José Afonso deixou de ser atribuído em 2008, apenas porque a sua atribuição dá trabalho aos responsáveis autárquicos pelo sector;
- O prémio municipal de arquitectura, prometido há mais de 5 anos, continua incompreensivelmente há espera de ver a luz do dia.
A paralisia do executivo municipal socialista no sector da cultura seria patética, se não fosse trágica para a Amadora.
CDS-PP Amadora
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