
Como já é tradição, o CDS-PP da Amadora organizou um jantar para os militantes celebrativo dos 35 anos do 25 de Novembro. Uma data que o partido democrata-cristão faz questão de assinalar para "não deixar apagar da memória"um episódio histórico, que de acordo com João Paulo Castanheira, líder da concelhia,"pós fim à tentação de uma ditadura comunista".
Num jantar que já vem sendo tradicional, mais de uma centena de militantes do CDS-PP reuniu-se na Residencial Jardim, no centro da Amadora, para assinalar os 35 anos da data que "afastou o nosso país de uma guerra civil", de acordo com uma nota enviada por João Paulo Castanheira, líder da concelhia, que por motivos profissionais não esteve presente no evento. Apesar disso, o jantar contou com as presenças de Paulo Portas, líder do partido, Telmo Correia, presidente da distrital, da deputada Teresa Caeiro e do líder da bancada do CDS-PP no parlamento, Pedro Mota Soares.
No seu discurso, Telmo Correia enalteceu o facto da concelhia do CDS-PP da Amadora ter feito aprovar um voto sobre o 25 de Novembro na Câmara da Amadora, quando "não se conseguiu que a Assembleia da República aprovasse um voto semelhante".
Paulo Portas, líder do partido, no seu discurso que encerrou o jantar, considerou que "desgraçado é o país incapaz de olhar para o seu passado", referindo que nenhuma entidade pública tinha assinalado a data do 25 de Novembro, que no seu entender "evitou uma ditadura comunista, na Europa Ocidental". Paulo Portas afirmou que "há 35 anos os homens saíram para a rua para resgatar a liberdade", acrescentando: "Mas 35 anos depois fomos conduzidos a um protectorado financeiro. Portugal esta agora nas mãos dos seus credores". Em jeito de conclusão referiu que "não é possível que quem nos trouxe até aqui nos tire daqui".
Notícia Jornal da Região
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