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No decorrer da sessão solene comemorativa do 31º aniversário do município, o Presidente do CDS-PP Amadora, João Paulo Castanheira, defendeu a instalação de um sistema de videovigilância na cidade.
O autarca afirmou que “uma parte importante dos cidadãos da Amadora, particularmente os mais idosos, vivem hoje sequestrados em suas próprias casas, com receio de sair à rua”, acrescentando que a criminalidade violenta, os ataques a agentes da autoridade e o clima de impunidade reinante em algumas zonas do concelho começam a coarctar a liberdade dos cidadãos”.
O responsável do CDS afirmou-se favorável à videovigilância, referindo que o partido tem defendido intransigentemente a sua utilização nas áreas mais sensíveis, “muitas vezes debaixo do habitual coro de críticas e preconceitos da extrema-esquerda e do próprio Partido Socialista”.
Após o chumbo da Comissão Nacional de Protecção de Dados ao projecto inicial, João Paulo Castanheira referiu que “o CDS estará muito atento à reformulação do projecto de videovigilância, rejeitando uma versão minimalista ou meramente simbólica de um instrumento que consideramos indispensável para a devolução da tranquilidade aos cidadãos da Amadora”.
O autarca considera que “chegou a hora de dizer basta. A obrigação de um Estado de direito é defender a segurança e a liberdade das pessoas de bem, e não assegurar todas e mais algumas garantias aos criminosos, aos delinquentes e aos marginais”. Apesar de defender a videovigilância, João Paulo Castanheira refere que “não chega filmar os bandidos, é preciso prendê-los e, já agora, mantê-los na prisão”.
Considera, por isso, “insólito que apesar do clima de intolerável impunidade que se vive no país, o CDS seja o único partido a defender o julgamento rápido em casos de flagrante delito, a restrição da liberdade condicional nos crimes de maior gravidade e a regra de que as penas de prisão devem ser cumpridas dentro do estabelecimento prisional”.
CDS-PP Amadora

No decorrer da sessão solene comemorativa do 31º aniversário do município, o Presidente do CDS-PP Amadora, João Paulo Castanheira, defendeu a instalação de um sistema de videovigilância na cidade.
O autarca afirmou que “uma parte importante dos cidadãos da Amadora, particularmente os mais idosos, vivem hoje sequestrados em suas próprias casas, com receio de sair à rua”, acrescentando que a criminalidade violenta, os ataques a agentes da autoridade e o clima de impunidade reinante em algumas zonas do concelho começam a coarctar a liberdade dos cidadãos”.
O responsável do CDS afirmou-se favorável à videovigilância, referindo que o partido tem defendido intransigentemente a sua utilização nas áreas mais sensíveis, “muitas vezes debaixo do habitual coro de críticas e preconceitos da extrema-esquerda e do próprio Partido Socialista”.
Após o chumbo da Comissão Nacional de Protecção de Dados ao projecto inicial, João Paulo Castanheira referiu que “o CDS estará muito atento à reformulação do projecto de videovigilância, rejeitando uma versão minimalista ou meramente simbólica de um instrumento que consideramos indispensável para a devolução da tranquilidade aos cidadãos da Amadora”.
O autarca considera que “chegou a hora de dizer basta. A obrigação de um Estado de direito é defender a segurança e a liberdade das pessoas de bem, e não assegurar todas e mais algumas garantias aos criminosos, aos delinquentes e aos marginais”. Apesar de defender a videovigilância, João Paulo Castanheira refere que “não chega filmar os bandidos, é preciso prendê-los e, já agora, mantê-los na prisão”.
Considera, por isso, “insólito que apesar do clima de intolerável impunidade que se vive no país, o CDS seja o único partido a defender o julgamento rápido em casos de flagrante delito, a restrição da liberdade condicional nos crimes de maior gravidade e a regra de que as penas de prisão devem ser cumpridas dentro do estabelecimento prisional”.
CDS-PP Amadora