PÁGINA OFICIAL DA CONCELHIA DA AMADORA DO CDS-PP
Com outra ambição, a Amadora pode ser diferente. Pode ser um local aprazível e seguro para viver, mas também um município dinâmico e inovador, capaz de atrair investimento e gerar empregos qualificados. Mãos à obra, porque a Amadora merece uma nova esperança, um novo rumo, um futuro melhor!



quarta-feira, 1 de julho de 2009

Coligação AMADORA TEM FUTURO assina compromisso na área da saúde

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A coligação AMADORA TEM FUTURO – que junta o PSD, o CDS-PP e o PPM – dedicou o dia de ontem ao sector da saúde.

De manhã, os candidatos visitaram o Hospital Fernando da Fonseca e o Centro de Saúde da Damaia, na companhia da Deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.

À tarde, a candidatura visitou os restantes centros de saúde do concelho da Amadora.

O dia terminou com a apresentação do compromisso “A Saúde na Amadora tem Futuro”, que reúne as propostas da coligação para a área da saúde. Esteve presente a Dra. Paula Teixeira da Cruz.

Esta iniciativa contou com a presença de Jorge Roque da Cunha, candidato à presidência da Câmara Municipal da Amadora indicado pelo PSD e João Paulo Castanheira, candidato à presidência da Assembleia Municipal da Amadora indicado pelo CDS-PP.

Numa cidade onde florescem obras inúteis, como uma pista de ski, é inaceitável que a Câmara Municipal se demita em absoluto do sector da saúde, agravando os problemas decorrentes da falta de investimento da administração central.

CDS-PP Amadora

quarta-feira, 17 de junho de 2009

AMADORA TEM FUTURO - Sala cheia na apresentação da candidatura



Sala cheia e muito entusiasmo marcaram a apresentação da candidatura da coligação AMADORA TEM FUTURO às eleições autárquicas de 2009.
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O auditório municipal foi pequeno para receber todos os interessados em assistir ao lançamento da candidatura de Jorge Roque da Cunha, que encabeça uma equipa que reúne o PSD, o CDS-PP, o PPM e muitos independentes interessados em dar um novo rumo e uma nova vida à Amadora.
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Estiveram presentes o Secretário-Geral do CDS-PP, João Almeida, e o Vice-Presidente e Coordenador Autárquico do PSD, Castro Almeida.
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A coligação AMADORA TEM FUTURO parte para as autárquicas com a ambição de vencer e pôr fim a 30 anos de gestão de esquerda, que não resolveu os problemas estruturais do município. Quase 10% da população continua a viver em barracas e os problemas de segurança agravam-se de dia para dia.
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Jorge Roque da Cunha, ex-Deputado e ex-Secretário-Geral adjunto do PSD é o candidato à Presidência da Câmara Municipal.
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João Paulo Castanheira, Deputado Municipal, Presidente da Concelhia e Membro da Comissão Política Nacional do CDS-PP é o candidato à Presidência da Assembleia Municipal.
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CDS-PP Amadora

Apresentação da candidatura da coligação PSD/CDS-PP à Câmara da Amadora

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Após a apresentação do candidato da coligação CDS-PP e PSD à presidência da Câmara da Amadora, Jorge Roque da Cunha, o secretário-geral do CDS-PP, João Almeida, afastou hoje um cenário de coligação pré-eleitoral com o PSD para as legislativas, considerando que as eleições europeias confirmaram «que os dois partidos, concorrendo separadamente, podem crescer».

O secretário-geral do CDS-PP considerou que esta coligação partidária faz sentido somente no plano local e adiantou que a existência de «pontos de vista comuns entre o PSD e o CDS» traz vantagens às populações.

«Isso a nível local é normalmente mais fácil do que em termos nacionais. Há vários concelhos em que o CDS-PP e o PSD apresentaram projectos comuns, que vão ao encontro da esmagadora maioria dos cidadãos e ganham-se câmaras, e noutros ficam muito perto disso, como na Amadora, onde esperamos ganhar desta vez», referiu.

A apresentação do candidato da coligação à presidência da Câmara da Amadora, Jorge Roque da Cunha, contou com a presença de Castro de Almeida, vice-presidente e coordenador nacional autárquico do PSD.

Castro de Almeida disse à agência Lusa que «as coligações autárquicas têm uma natureza iminentemente de interesses locais» e adiantou que «a lógica do PSD é que sejam as estruturas locais a identificar os entendimentos locais para o serviço das populações».

«Não são as cúpulas dos partidos que decidem as coligações, são as estruturas locais que as decidem», adiantou o coordenador nacional autárquico do PSD, justificando a apresentação de um candidato coligado com o CDS-PP.

Castro de Almeida adiantou que o partido já aprovou mais de 280 cabeças de lista às eleições autárquicas, faltando «pouco mais de vinte municípios» conhecerem os seus candidatos. «É um processo que está a ser mais rápido do que é habitual», disse.

Agência Lusa

sexta-feira, 12 de junho de 2009

AMADORA TEM FUTURO - Apresentação da Candidatura


A Amadora tem Futuro!

Na próxima terça-feira, dia 16 de Junho, às 18h30, será apresentada a candidatura da coligação PSD/CDS-PP à Câmara Municipal da Amadora.

A cerimónia decorrerá no Auditório da Câmara Municipal da Amadora e contará com a presença do Dr. Rui Rio, Vice-Presidente do PSD e do Dr. João Almeida, Secretário-Geral do CDS-PP.

Depois de 30 anos de esquerda, chegou a hora de virar a página na Amadora.

CDS-PP Amadora

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eleições Europeias: PS afunda-se na Amadora

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Também na Amadora parece ter chegado a hora da mudança: em conjunto o PSD e o CDS-PP atingiram nas eleições europeias de ontem os 29,5%, ultrapassando o PS. O somatório dos votos dos dois partidos deixou para trás a votação socialista em muitas das freguesias do concelho: Alfornelos, Alfragide, Reboleira, São Brás e Venteira.

Em 2005, o Partido Socialista tinha ganho as eleições europeias na Amadora com 23% de vantagem sobre a coligação PSD/CDS. O partido de Joaquim Raposo perdeu agora quase metade dos votos que tinha obtido há 5 anos.
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O CDS-PP obteve no concelho da Amadora 7,5% dos votos, chegando aos 10% em Alfragide e aos 9% em Alfornelos.

CDS-PP Amadora

A vergonha das sondagens


Ao contrário do que era previsto por todas as sondagens, o PS foi ontem cilindrado pelos Portugueses nas Eleições para o Parlamento Europeu. Perdeu as eleições com estrondo e ficou sem 5 dos seus 12 deputados.

Também ao contrário do que previam todas as sondagens, o CDS-PP atingiu 8,4%, mantendo os seus dois lugares no Parlamento Europeu.

O que terá a dizer, o centro de sondagens da Universidade Católica, que sistematicamente atribuía ao CDS-PP uma estimativa de votação de 2% e que a escassos 2 dias das eleições - aflito com a realidade que se avizinhava - subiu a previsão para 4%?

Este e outros centros de sondagens falham repetidamente na votação do CDS-PP por 100% 200% ou 300%, sem que tenham que prestar contas pelo seu lastimável trabalho.

Não existindo dados que apontem para uma tentativa de manipulação do acto eleitoral, estes repetidos e gigantescos erros apontam, no mínimo, para uma grosseira incompetência, que pode afectar as regras do jogo democrático, desviando para outros partidos eleitores que em circunstâncias normais votariam no CDS.
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À beira das eleições, o que diziam a diferentes sondagens em relação ao CDS?
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Marktest (TSF, Diário Económico): 3,3%! ERRO DE 155%
Intercampus (TVI, RCP): 3,5%! ERRO DE 140%
Universidade Católica (RTP, Antena 1, DN, JN): 4,0%! ERRO DE 110%
Aximagem (Correio da Manhã): 5,0%! ERRO DE 68%
Eurosondagem (SIC, Expresso): 6,1! ERRO DE 38%
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Por outro lado, todas as sondagens - com excepção da Marktest - apontavam para uma vitória eleitoral do PS. Vá lá saber-se porquê...
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Alguém que devolva esta gente aos bancos das universidades, para uma reciclagem urgente.

CDS-PP Amadora

Depois de mais um fiasco grosseiro das sondagens: Paulo Portas quer apertar regras

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O CDS vai apresentar brevemente um projecto de lei para apertar as regras relativas à elaboração e divulgação de sondagens, apurou o Expresso.

Os centristas estão a preparar esta iniciativa desde as eleições regionais dos Açores, onde aconteceu o mesmo que agora, nas europeias: a maioria das sondagens colocou o CDS muito abaixo do que viria a ser o resultado do partido. O que se passou nestas eleições foi a gota de água e criou as condições para o CDS avançar com o seu projecto.

"É inadmissível, numa democracia adulta, que se tente influenciar a vontade dos eleitores desmotivando-os a votar ou procurando suscitar o voto noutros partidos, porque em Portugal o mercado das sondagens não está regulado", disse Paulo Portas no seu discurso de ontem à noite. "Não é aceitável que nas legislativas se repita o erro", avisou o líder centrista.

Por essa razão, o CDS quer ver a sua iniciativa discutida e votada ainda antes do fim de legislatura, de modo a que as legislativas já cumpram novas regras.

Segundo o Expresso apurou, uma das hipóteses que está a ser ponderada pelos centristas é a proibição da divulgação de sondagens durante o período oficial de campanha eleitoral. Uma norma que, a avançar, não teria paralelo na União Europeia.

No seu discurso da noite eleitoral, Paulo Portas atacou as empresas de sondagens e, em particular, o centro de sondagens da Universidade Católica, que chegou a prever 2% para o CDS (embora tenha corrigido esse valor, na última sexta-feira, para 4%).

"Nem o melhor resultado em sondagem se aproximou da fasquia mais baixa em todas previsões desta noite", lembrou Portas, invocando depois a sua condição de ex-aluno da Universidade Católica para disparar: "Lamento que o nome da Católica seja utilizado para enganar o eleitorado relativamente ao nosso partido.

"O CDS tem conduzido, a partir do call-center instalado na sede do partido, as suas próprias sondagens. No caso destas europeias, responsáveis do partido disseram ao Expresso, cerca das 19h00 de ontem, dia das eleições europeias, que esperavam um resultado próximo dos 9%.

Daí a frase dita por Portas ao fim da noite: "O CDS surpreendeu toda a gente excepto nós, que sabíamos que íamos subir."

Jornal Expresso

domingo, 17 de maio de 2009

Paulo Portas visita a Brandoa

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje a necessidade de apoiar fiscalmente as pequenas e médias empresas, através das quais considera ser possível combater o desemprego por "garantirem" dois milhões de postos de trabalho.

Durante uma visita à Feira da Brandoa, no concelho da Amadora, o responsável afirmou que a sociedade portuguesa precisa de um "elevador social", que permita aos mais desfavorecidos obter melhores condições de vida pelo esforço e pelo talento.

Paulo Portas afirmou que essa mudança apenas será viável com a criação de mais oportunidades de emprego, o que, na sua opinião, não irá acontecer com "ilusões" patentes em algumas das grandes obras públicas projectadas pelo actual executivo socialista.

"Neste momento há meio milhão de desempregados, em 25 anos nunca se viu tal coisa. Os portugueses acham que é o TGV ou o novo aeroporto que os vão arranjar? Quem vai arranjar são as micro empresas", afirmou, sublinhando que ajudar estas iniciativas equivale a salvar postos de trabalho já existentes e a criar muitos outros.

O líder partidário defendeu medidas "rápidas e eficazes" para apoiar as 280 mil empresas desta dimensão, já que estas "podem garantir dois milhões de empregos".

O responsável criticou ainda a política de segurança do Governo socialista, exigindo mais policiamento, um maior reconhecimento da autoridade das forças de segurança e o fim da impunidade.

Durante a visita à Feira da Brandoa - onde esteve acompanhado pelo candidato democrata-cristão às eleições europeias, Nuno Melo, Paulo Portas recebeu abraços e elogios de vendedores e clientes, mas foi também alvo de algumas críticas. Algumas pessoas pediram-lhe para "fazer melhor do que os outros" e aplaudiram a sua ida ao local para "ver como é a vida de quem trabalha", mas outras lamentaram que os políticos apenas se lembrem "dos pobres" quando "precisam de votos".

Notícia LUSA/Jornal PÚBLICO

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Europeias: CDS aposta em temas nacionais

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O CDS-PP colocou esta quarta-feira os primeiros cartazes da sua campanha para as eleições ao Parlamento Europeu, centrados em temas nacionais como as pensões de reforma, impostos e segurança, assumindo as europeias como “a primeira volta das legislativas”.

Os cartazes, cerca de 800, foram distribuídos por todo o país e resumem as principais “bandeiras” e temas a que o CDS-PP tem dado prioridade na Assembleia da República: segurança, pensionistas, impostos e educação, entre outros.

Paulo Portas afirma que a opção por temas nacionais é assumida, uma vez que, a eleição europeia “é a primeira volta das legislativas e o primeiro sinal que os cidadãos vão dar”.

“Essa é uma opção nossa. Nós não esquecemos que esta não é uma eleição abstracta. É de um país concreto num tempo concreto. Dizemos aos pensionistas: censurem que quem vos prejudicou, apoiem quem vos apoiou”, acrescentou.

Com a imagem do cabeça-de-lista, Nuno Melo, do lado esquerdo, sobre um fundo azul, a mensagem é sempre igual na forma, diferindo no conteúdo: “Não andamos a brincar aos políticos. Soluções sérias para Portugal”; “Não andamos a brincar aos polícias. Soluções sérias para a Segurança”; “Não andamos a brincar com os pensionistas. Soluções sérias para reduzir a pobreza” são algumas das frases que se podem ler nos cartazes.

“Não andamos a brincar às avaliações. Soluções sérias para a Educação”; “Não andamos a brincar aos impostos. Soluções sérias para os contribuintes”; “Não andamos a brincar aos bancos. Soluções sérias para emprego e empresas”; “Não andamos a brincar aos valores. Soluções sérias para as famílias” e “Não andamos a brincar com os agricultores. Soluções sérias para o mundo rural” completam a mensagem escolhida pelo CDS-PP.

Assumindo igualmente que o CDS-PP encara as eleições para o Parlamento Europeu como “a primeira volta das legislativas”, o secretário-geral democrata-cristão, João Almeida, defendeu que os cartazes reflectem também temas europeus.

“Nós já tínhamos dito que a campanha servirá para marcar as diferenças do CDS-PP face ao Governo. Mas quando falamos de agricultura estamos a falar de temas europeus. Os subsídios de que falamos são europeus”, disse.

Notícia Expresso

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Paulo Portas visita Centro Social Paroquial de São Brás, na Amadora


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje “políticas mais ousadas” de apoio às instituições particulares de solidariedade social e sustentou que seria “uma asneira e um absurdo aumentar os custos do trabalho” das IPSS.

“São estas instituições que tornam o país, apesar de tudo menos injusto. São estas que diminuem os factores sociais negativos que ainda existem. Seria uma asneira e um absurdo aumentar as contribuições das IPSS para a Segurança Social”, afirmou Paulo Portas.

O líder do CDS-PP falava aos jornalistas no final de uma visita ao Centro Paroquial de São Brás, Amadora, que mantém um centro de dia para idosos através de protocolos com a Segurança Social, e acolhe cerca de 100 crianças “sem qualquer ajuda do Estado”.

Notícia Lusa/Expresso

terça-feira, 5 de maio de 2009

CDS apresenta queixa contra o centro de sondagens da Católica

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O porta-voz do CDS-PP, Pedro Mota Soares, anunciou esta segunda-feira, que o partido vai apresentar uma queixa junto da Entidade Reguladora da Comunicação Social sobre a última sondagem da Universidade Católica, considerando que “ou há erro ou má-fé”.

Em conferência de imprensa, o deputado Pedro Mota Soares sustentou que, tendo em conta o histórico das sondagens do Centro de Estudos e Sondagens de Opiniões (CESOP) da Universidade Católica, “ou há erro na amostra, e isso parece óbvio, ou está mesmo de má-fé”.

“Esta empresa de sondagens deu sempre resultados negativos ao CDS-PP, afirmou Pedro Mota Soares, frisando que na última deu dois por cento de intenções de voto, o que “nunca aconteceu em 30 anos de história do partido”.

Mota Soares deu como exemplo as sondagens do CESOP das legislativas de 2002, em que “a dois meses das eleições”, que se realizaram a 17 de Março, davam 2,7 por cento ao CDS-PP que veio a ter 8,8 dos votos.

Nas de 20 de Fevereiro de 2005, frisou, uma sondagem do CESOP publicada a 27 de Novembro de 2004, dava o CDS-PP com três por cento. O CDS teve 7,3 por cento nessas eleições”, frisou, insistindo que “perante este engano sistemático, há uma lógica de desmotivar o CDS”, que irá entregar uma queixa à ERC, entidade que tem, entre as suas competências, “regular e acompanhar a realização e publicação” de sondagens de opinião.

CDS com Antena 1

terça-feira, 28 de abril de 2009

Jornal da Região: Críticas da Oposição em Dia de Liberdade


Sessão Solene marcada pelas críticas à gestão PS da Câmara.

O aniversário do 25 de Abril não deve restringir-se a uma mera evocação histórica. Foi com esta frase que João Paulo Castanheira, eleito pelo CDS-PP da Amadora, deu o mote a uma série de críticas elencadas pelos vários partidos da oposição à actual gestão camarária, durante a Sessão Solene comemorativa do 35.º aniversário do 25 de Abril.

“Em alguns bairros da Amadora – como em muitas outras cidades deste país - há pessoas com medo de sair à rua. Portugueses privados da sua liberdade, para quem a comemoração do 25 de Abril deixou, verdadeiramente, de fazer sentido”, começou por lamentar o deputado municipal popular.

“Temos mais de 15 mil pessoas a viver ainda em barracas. As condições de vida nos bairros de lata da Amadora ferem de morte o espírito do25 de Abril”, acusou ainda João Paulo Castanheira.

Notícia Jornal da Região

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora


A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport, surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras figuras relevantes do PS.

A equipa que está a investigar o caso Freeport suspeita que José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo do primeiro-ministro, possa ser o parente que o arguido Charles Smith acusa de ter sido o receptor das ‘luvas’ alegadamente entregues a Sócrates para conseguir o licenciamento do projecto de Alcochete.

José Paulo Bernardo está também referenciado num outro processo, que desde 2001 corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde se investigam indícios de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de capitais, e que tem como figura principal o actual presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo.

Raposo é um dos vários suspeitos deste vasto processo, cuja investigação se tem arrastado apesar de já terem sido constituídos oito arguidos. Em causa, soube o SOL, estão os actos ilícitos praticados por uma rede de pessoas ligadas à Câmara da Amadora e a empresas de construção civil, e que envolve também elementos da Direcção Regional de Ambiente e Ordenamento do Território, a que presidiu Fernanda Vara.

Esta arquitecta – uma das arguidas no processo da Amadora – integrou a comissão que deu parecer favorável ao Estudo de Impacto Ambiental que permitiu o licenciamento do projecto Freeport, em Alcochete.

Nas buscas desencadeadas pela Polícia Judiciária, em 2004, às empresas suspeitas neste processo e a vários serviços da Câmara da Amadora, o computador do presidente, Joaquim Raposo, foi um dos que mais provas deu aos investigadores. Foi aqui, soube o SOL, que surgiu a referência à Mecaso – uma das empresas de Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe de José Sócrates, e José Paulo Bernardo, o primo de quem agora se suspeita.

Notícia semanário SOL

segunda-feira, 30 de março de 2009

Sondagem Semanário Económico: CDS-PP à beira dos 10%


A perda de votos por parte dos maiores partidos, revelada pela sondagem Semanário Económico/Marktest, potencia novos cenários de aproximação.

Está tudo em aberto, com o Partido Socialista a descer paulatinamente nas intenções de voto e o PSD incapaz de capitalizar estas perdas, revela a sondagem Semanário Económico/Marktest. Um Governo de maioria absoluta é uma possibilidade descartada pelos analistas, mas não há consenso quanto às coligações possíveis.

PS - 36,7%
PSD - 28,4%
BE - 12,6%
CDS - 9,4%
PCP - 8,9%
Outros - 4,0%

Semanário Económico

domingo, 22 de março de 2009

Jornal Público: projecto do metro de superfície gera críticas da oposição da Amadora


Os partidos da oposição da Amadora consideram que o projecto do metro de superfície, anunciado pela maioria socialista mas nunca discutido pelo executivo, está a ser conduzido de forma "inadmissível" e poderá não passar de mais uma promessa.

O metro de superfície ligará, pelo menos numa primeira fase, seis freguesias numa extensão de sete quilómetros, entre a futura estação de metro da Reboleira e o centro comercial Dolce Vita Tejo, no Casal da Mira, que abrirá a 7 de Maio.

A entrada em funcionamento do metro, que terá pneus de borracha em vez de circular em carris, chegou a estar prevista também para Maio. Segundo o vereador dos Transportes, o socialista Gabriel Oliveira, citado pela Lusa, a complexidade técnica do projecto obrigou a adiar a inauguração para o final de 2010.

Para o vereador social-democrata Carlos Reis, o facto de o metro de superfície não ser inaugurado ao mesmo tempo que o Dolce Vita Tejo, é "inusitado", já que "o sucesso do empreendimento depende da criação de uma alternativa de transporte de massas". O autarca duvida, no entanto, que o centro comercial abra daqui a menos de dois meses e está preocupado com a possibilidade de as anunciadas três fases das ligações serem "um engodo" para os eleitores.

"É mais um anúncio eleitoralista. Infelizmente não foi discutido nos órgãos devidos, o que não é saudável para temas de grande importância", defende o vereador da CDU João Bernardino. Na sua opinião, a liderança da autarquia deixa a ideia de que a entrada em funcionamento do novo transporte está excessivamente condicionada pela construção do centro comercial. Para a CDU, os interesses do município em ter um sistema de transportes eficaz e abrangente estão a ser subvalorizados face a um plano "isolado e desgarrado".

Já a comissão concelhia do CDS-PP considera que o projecto nada tem a ver com o que foi apresentado no programa eleitoral do PS. Para o PP, o metro de superfície "não passa de um trolley". O líder local do partido, João Castanheira, diz duvidar do cumprimento do prazo anunciado (final de 2010) e da eficácia do sistema. "Um metro de superfície tem canais próprios que permitem maior fluidez, mas não é isso que se vai oferecer às pessoas. Com este não se vai resolver rigorosamente nada. Vai movimentar-se em ruas entupidas de tráfego, qual é a vantagem?", questiona.

Notícia Jornal Público

sábado, 21 de março de 2009

Amadora: CDS critica gestão do metro de superfície

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Os partidos da oposição da Amadora consideram que o projecto do metro de superfície, anunciado pela maioria socialista mas nunca discutido pelo executivo, está a ser conduzido de forma "inadmissível" e poderá não passar de uma promessa.

O metro de superfície do concelho ligará, pelo menos numa primeira fase, seis freguesias numa extensão de sete quilómetros, entre a futura estação de metro da Reboleira e o centro comercial Dolce Vita Tejo, no Casal da Mira, que abrirá no dia 07 de Maio.

A entrada em funcionamento do metro, que terá pneus de borracha em vez de circular em carris, chegou a estar prevista para o próximo mês de Maio, mas, segundo o vereador dos Transportes, Gabriel Oliveira (PS), a complexidade técnica do projecto levou a autarquia a adiar a inauguração para o final de 2010. De acordo com o responsável, os custos da obra, inicialmente calculados em 11 milhões de euros, deverão afinal rondar os sete milhões e serão suportados "substancialmente" pela Chamartín Imobiliária, proprietária da superfície comercial, estando a autarquia a procurar financiamento junto da CP, do Metro e da REN, um processo que está "a correr bem".

Para o vereador social-democrata Carlos Reis, o facto de o metro de superfície não ser inaugurado na data esperada, em conjunto com o Dolce Vita Tejo, é "inusitado" e "acima de tudo criticável", já que "o sucesso do próprio empreendimento depende da criação de uma alternativa de transporte de massas".

Já a comissão concelhia do CDS-PP considera que o projecto nada tem a ver com o que foi apresentado no programa eleitoral do PS e constitui um "flop" em relação ao adiamento da abertura e do próprio metro, que "não passa de um trolley" já conhecido em Portugal.
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Em declarações à Lusa, o líder da estrutura política, João Castanheira, diz mesmo que duvida do cumprimento do prazo anunciado (final de 2010) e da eficácia do sistema. "Um metro de superfície tem canais próprios que permite maior fluidez, mas não é isso que se vai oferecer às pessoas. Com este não se vai resolver rigorosamente nada, vai movimentar-se em ruas entupidas de tráfego, qual é a vantagem?", questiona.

Notícia Agência Lusa

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Segurança: uma prioridade para a Amadora

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Os grupos do CDS-PP e do PSD na Assembleia Municipal da Amadora reuniram-se ontem, nas segundas Jornadas Parlamentares Municipais, onde foi discutido um tema essencial para o concelho: a segurança.

Entre as conclusões das jornadas, há a destacar a necessidade de uma nova política de realojamento, uma maior atenção à gestão dos bairros sociais, o reforço do número de agentes operacionais da PSP, a instalação de câmaras de videovigilância, o patrulhamento pelo Corpo de Intervenção em áreas críticas e o reforço do combate à pobreza.

Há, também, que apostar num novo modelo de desenvolvimento para o concelho.

CDS-PP Amadora

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ardeu um pouco de nós...

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Ardeu o Cine-Teatro Lido, uma das grandes referências culturais da cidade da Amadora.

Este era um incêndio há muito anunciado. Em boa verdade, nós que por aqui andamos só não sabíamos o dia em que lhe iam chegar o fósforo.

Pode ser que me engane, mas é quase certo que depois do fogo virá o habitual anúncio de risco de colapso, seguido de camartelo e projecto imobiliário. O cinema estava fechado há muitos anos, mas este filme já nós vimos vezes sem conta.

Pouco depois de ser eleito, o Presidente da Câmara, Joaquim Raposo, anunciou a intenção de adquirir o imóvel, transformando-o num grande centro cultural. Como tantos outros, o projecto morreu numa gaveta da autarquia, silenciosamente. Ao lado do túnel do Alto Maduro ou do parque de estacionamento do Delfim de Guimarães.

O Cine-Teatro Lido, projectado pelo Arq. Antero Ferreira, chegou a ser uma das maiores salas de espectáculos do país.

A nossa vida passou por ali. Sucessivas gerações de Amadorenses guardam daquele espaço memórias felizes. Eu lembro-me como se fosse hoje. Foi no cinema Lido que vi o meu primeiro filme, o Herbie. Foi na danceteria Lido que dei o meu primeiro concerto.

É pena que tenha que ser assim.

João Castanheira

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Paulo Portas visita Misericórdia da Amadora

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Paulo Portas, Presidente do CDS-PP, visitou esta manhã as instalações da Santa Casa da Misericórdia da Amadora, na companhia do Presidente da Concelhia, João Paulo Castanheira, e de vários deputados e dirigentes do partido.

A Santa Casa da Misericórdia da Amadora dá apoio a quase 5.000 pessoas, muitas das quais utilizam diariamente os lares, centros de dia, escolas e creches da instituição. As 300.000 refeições servidas todos os anos aos utentes destes equipamentos dão uma ideia da dimensão e da importância de uma casa que é também um dos maiores empregadores do concelho.

Para além das valências oferecidas no Complexo Quinta das Torres, em Alfragide, a Santa Casa gere inúmeras outras instalações, muitas das quais localizadas em algumas das áreas com maiores carências sociais do município, como os bairros da Cova da Moura, Zambujal, Casal da Boba ou Casal da Mira.

Infelizmente, o trabalho desenvolvido pela Santa Casa nem sempre é devidamente reconhecido. Foi o que sucedeu com o lamentável processo burocrático que levou ao encerramento da unidade de cuidados paliativos, que era um exemplo único no país.

CDS-PP Amadora

Na AMADORA: Portas desafia PS e PSD a reverem posições sobre segurança

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, apelou este domingo, ao PS e ao PSD para reverem as posições em matéria de segurança porque, defendeu, os números conhecidos sobre a criminalidade em 2008 são "muito sérios".

Paulo Portas, que falava na Amadora, depois de ter visitado a Santa Casa da Misericórdia local, considerou que o PS e o PSD aprovaram leis penais cujo resultado significou "maior criminalidade" e "um ambiente de condescendência com a delinquência que não é aceitável".

No entanto, Paulo Portas declarou que "o mais importante é tratar de um ambiente de segurança daqui para a frente", adiantando que o CDS-PP vai levar a votação no próximo dia 13 "um conjunto de soluções para garantir maior segurança às pessoas".

Além da obrigatoriedade dos tribunais julgarem num prazo de 48 horas um criminoso apanhado em flagrante delito, o conjunto de soluções, que será apresentado pelo CDS dará maior atenção à reincidência de crimes e à criminalidade especialmente grave ou violenta, adiantou.

"A execução de penas para a criminalidade especialmente grave ou violenta tem de ser mais completa", sublinhou o líder do CDS-PP.

Em relação ao plano anti-crise do governo, o líder do CDS-PP considerou que "este não atinge de forma positiva a população cujo nível de vida é mais degradado, a idosa e a dos reformados".

Paulo Portas defendeu que este plano deveria incluir a canalização de mais investimento público para as Instituições Públicas de Solidariedade Social (IPSS) e para o aumento das pensões.

Em relação ao desemprego, Paulo Portas afirmou que o CDS vai apresentar esta semana de forma mais completa "um conjunto de medidas activas" para proteger o emprego e para promoção do "emprego novo".

Entre outros pormenores, estas medidas terão em conta o facto de ambos os elementos de um casal estarem no desemprego e o número de filhos de cada desempregado.

Em relação à promoção do "emprego novo", o CDS vai propor que a administração pública quando renova quadros seja obrigada a comunicar a todos os desempregados com habilitações para o cargo inscritos nos centros de desemprego, disse ainda.

Em relação aos desenvolvimentos do caso Freeport, Paulo Portas recusou fazer qualquer comentário: " à justiça o que é justiça e à política o que é política", afirmou.

Jornal de Notícias/Agência Lusa

Portas desafia PS e PSD


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, desafiou este domingo os dois maiores partidos, PS e PSD, a reverem as suas posições nas leis penais e aprovarem as propostas centristas que vão a debate dia 13 de Fevereiro no Parlamento.

No final de uma visita às instalações da Santa Casa da Misericórdia da Amadora, o presidente democrata-cristão defendeu o seu plano de segurança, já apresentado em 2008 e repescado no congresso do partido, que defende a obrigatoriedade de os tribunais, em casos de flagrante delito já previstos na lei, julgarem esses crimes em 48 horas. O alcance desta medida é a pequena criminalidade.

Em segundo lugar, Portas considerou que é preciso ter muita atenção à reincidência. 'Quando a sociedade dá uma oportunidade a uma pessoa que cometeu um crime e essa oportunidade não é aproveitada e a pessoa volta a cometer crimes, isso tem que ter uma efectiva consequência. Não podemos continuar a ter soluções condescendentes', declarou aos jornalistas.

Por isso, deixou um apelo ao PS e PSD para reverem as suas posições em matéria penal. 'A oportunidade é no próximo dia 13', avisou o presidente do CDS-PP.

Depois, anunciou que irá apresentar um pacote de medidas para o emprego, no qual se destacam, por um lado, a obrigatoriedade da Administração Pública comunicar aos centros de emprego as suas vagas para licenciados. Por outro lado, a contratação pública até, por exemplo, 50 mil euros deve ser destinada a micro, pequenas e médias empresas.

Cristina Rita
Correio da Manhã

sábado, 31 de janeiro de 2009

Os desistentes


Há uns dias, o Ministério da Justiça mandou retirar as caixas multibanco do interior dos tribunais, assumindo-se incapaz de garantir a segurança daquelas instalações.

Num momento em que os portugueses assistem, incrédulos, ao aumento da criminalidade violenta – que ameaça coarctar a liberdade dos cidadãos – o Governo opta por transmitir ao país a mais errada das mensagens: por estes dias, já nem o interior de um órgão de soberania é seguro.

Não tarda a que abandonemos também as esquadras e os quartéis, os ministérios e todos os outros locais que deveriam ser símbolos da afirmação de um Estado de direito, livre e democrático.

De imediato veio a terreiro o Professor Vital Moreira, consciência acrítica do Governo socialista, defendendo que “enquanto não se eliminar a vulnerabilidade das caixas de multibanco, deveria ser ordenada a sua retirada de todos os lugares inseguros, pelo menos durante a noite”. Por lugar inseguro entenda-se o tribunal.

Não ocorre, seguramente, ao senhor professor constitucionalista que o problema não é a vulnerabilidade das caixas multibanco, mas sim a vulnerabilidade dos tribunais, que são diariamente assaltados, perante a complacência irresponsável do poder político. Talvez o senhor professor constitucionalista recomende aos Juízes que levem para casa os processos, para que a papelada não fique depositada num lugar inseguro como é o tribunal.

Sugere ainda o professor Vital Moreira que as caixas multibanco sejam recolhidas durante a noite em lugar seguro, seja lá onde isso for. Já estou a imaginar caixas multibanco circulando para cima e para baixo, monta de manhã, desmonta à noite, como se fossem carrinhos de castanhas.

Este é o raciocínio habitual da nossa esquerda bem pensante. Uma esquerda militantemente desistente.

Desiste de garantir a segurança dos tribunais, preferindo esconder os multibancos. Desiste de travar a entrada de droga nas cadeias, preferindo distribuir seringas aos prisioneiros. Desiste de tratar os toxicodependentes, preferindo convidá-los a drogarem-se em salas de chuto. Desiste de defender as vítimas de crimes, preferindo desculpabilizar os criminosos. Desiste de lutar pela vida, preferindo financiar o aborto. Desiste de controlar a despesa pública, preferindo aumentar os impostos. Desiste de ensinar os estudantes, preferindo abolir administrativamente os chumbos.

Com esta gente iremos de desistência em desistência até ao desastre final.

João Castanheira
Presidente do CDS-PP Amadora
Artigo publicado no Jornal Povo de Portugal

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

25 de Novembro foi comemorado na Amadora pelo CDS e convidados

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A Concelhia do CDS da Amadora continua a comemorar o 25 de Novembro, reunindo convidados e os principais elementos da sua Direcção, entre eles, naturalmente, o Presidente Paulo Portas.

A Celebração organizada pela Concelhia da Amadora, Presidida pelo Eng. João Paulo Castanheira teve ainda como convidados o Coronel Manuel Bernardo e o historiador Freire Antunes.

João Paulo Castanheira abriu a sessão e lamentou que o dia 25 de Novembro não seja feriado, referindo ainda o "extraordinário" e estranho silêncio que se sentiu em Portugal relativamente à data.

O Coronel Bernardo contou episódios das acções militares e lamentou a divisão que se sente entre Chefes militares, nomeadamente as posições do General Pires Veloso em relação ao General Ramalho Eanes.

Destacou também a importante participação do Coronel Almendra (pára-quedista) que desviou as tropas chegadas de Angola para o norte evitando a junção do seu Batalhão às tropas revoltosas.

Freire Antunes enquadrou os acontecimentos do ponto de vista da estratégia de potências como os EUA e a ex-União Soviética e o eixo EUA-Espanha que por pouco não interveio em Portugal, salientando aqui a coragem de Frank Carlucci, à data Embaixador dos EUA em Lisboa, que pela coragem e visão evitou tentações.

Freire Antunes lembrou um Herói muito mal tratado, o General Spínola, descrevendo o seu percurso. Um nome a honrar sem dúvida.

Paulo Portas evocou a data, de forma didáctica, a necessidade de liberdade em todas as vertentes e mostrou uma postura de Estado dia-a-dia mais evidente.

Notícia Jornal Povo de Portugal

Comemoração do 25 de Novembro de 1975: Paulo Portas na Amadora

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu na terça-feira que, ao escolher os investimentos públicos, o Estado deve ter em conta o tipo de mão-de-obra que vão gerar e as consequências na política de imigração.

O líder democrata-cristão defendeu que o investimento público «deve ser selectivo» e que a escolha deve ter em conta vários critérios.
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«Que não esgote o crédito disponível», que haverá «grau de incorporação nacional da riqueza gerada» e «qual é o tipo de mão-de-obra que vão gerar esses investimentos», afirmou Portas, durante uma conferência sobre «O 25 de Novembro e a democracia», na Amadora.
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Segundo Paulo Portas, o governo deve avaliar se «esta é a mão-de-obra que queremos para dinamizar a economia e quais são as consequências que isso vai ter para a política de imigração».

O líder do CDS-PP defendeu que o «investimento público só é positivo e útil quando não acaba com o crédito bancário disponível para as pequenas e médias empresas».

Na sua intervenção, Paulo Portas enalteceu os «heróis do 25 de Novembro», que «garantiram a liberdade ao país», e contestou aqueles que hoje, «na extrema-esquerda», dizem que «Karl Marx renasceu».

«Não há uma palavra de Marx que explique os fenómenos financeiros a que assistimos porque ele não escreveu sobre eles. (...) O que se passa no mercado financeiro actual não tem a ver com a luta de classes. Tem a ver com a prática de crimes e com a falta de regulação», disse.

Notícia Agência Lusa/Diário Digital

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CDS-PP celebra 25 de Novembro na Amadora

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O dia 25 de Novembro de 1975 mudou o rumo da história de Portugal.

Naquele dia, terminou o pesadelo do PREC – o Processo Revolucionário em Curso – que ameaçava mergulhar o país numa ditadura de inspiração soviética ou numa guerra civil.

Para celebrar este momento marcante na afirmação da democracia e da liberdade, a Concelhia da Amadora do CDS-PP, em colaboração com a Secretaria-Geral e a Distrital de Lisboa, organizam a conferência “O 25 de Novembro e a Democracia em Portugal”.

O evento terá lugar no próximo dia 25 de Novembro, pelas 21 horas, no Auditório da Câmara Municipal da Amadora e será presidido pelo Presidente do CDS-PP, Dr. Paulo Portas.

Participarão na conferência o historiador Dr. José Freire Antunes e o Coronel Manuel Amaro Bernardo, autor do livro “25 de Novembro de 1975 – Os Comandos e o Combate pela Liberdade”.

O CDS-PP Amadora evoca há mais de 30 anos este momento decisivo da nossa história. Uma data da maior relevância para o nosso país e com um enorme simbolismo para a Amadora, tendo em conta o papel central desempenhado pelo Regimento de Comandos da Amadora, chefiado pelo Coronel Jaime Neves.

A entrada é livre.

Aqui fica o programa da conferência:


Programa

21h00 Acolhimento aos Participantes

21h30 Abertura dos Trabalhos

Eng.º João Castanheira
Presidente da Concelhia da Amadora do CDS-PP

Dr. António Carlos Monteiro
Presidente da Distrital de Lisboa do CDS-PP

21h50 Intervenção do Coronel Manuel Amaro Bernardo
Escritor

22h10 Intervenção do Dr. José Freire Antunes
Historiador e Deputado

22h30 Intervenção do Dr. Paulo Portas
Presidente do CDS-PP

23h00 Encerramento da Conferência

CDS-PP Amadora

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Uma visão sonolenta da supervisão bancária

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Paulo Portas afirmou hoje que o governador do Banco de Portugal fracassou como regulador e criticou a visão sonolenta que o responsável tem dos poderes que detém. Paulo Portas disse mesmo que Vitor Constâncio deveria abandonar as funções de governador do regulador.

“O senhor como regulador fracassou” e “falhou duas vezes em relação a duas instituições financeiras”, afirmou Paulo Portas.

“O senhor falha ao ritmo de um banco por ano”, acrescentou referindo-se aos problemas que foram detectados no Banco Comercial Português (BCP) e no BPN.

Paulo Portas disse ainda que Vítor Constâncio “tem uma visão minimalista dos seus poderes” e uma “visão sonolenta e extremamente condescendente” com prejuízo para o país, para o sistema financeiro e para os contribuintes.

"Fez muito menos do que devia" e o que diz ter feito “é o mínimo".

“Já perdeu duas batalhas” (BCP e BPN) e por isso “manter o general à frente da batalha é um erro”. “E por isso lhe digo nos olhos: o senhor devia sair.”

Além disso, Portas criticou Vítor Constâncio por “demorar quase dois meses a pedir uma auditoria externa, depois de lhe ter sido confessado um buraco gigantesco”.

CDS-PP

terça-feira, 4 de novembro de 2008

CDS-PP Amadora contra taxa máxima de IMI


O município da Amadora vai aplicar no próximo ano os valores máximos de taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A medida foi aprovada apenas pela maioria socialista na Assembleia Municipal e contestada por toda a oposição.

A adopção dos valores máximos actualmente permitidos por lei (0,7 por cento para prédios urbanos e 0,4 por cento no caso de prédios urbanos avaliados no novo Código de IMI) foi aprovada quinta-feira, apesar dos votos contra do PSD, CDS/PP, CDU e Bloco de Esquerda.

Na prática, as novas percentagens acabam por representar uma diminuição das taxas, uma vez que os montantes cobrados em 2008 se referem a 0,75 e 0,5 por cento, respectivamente – no primeiro caso, menos 0,05 por cento do que o limite permitido pela anterior legislação e, no segundo, o mesmo valor que era então definido como o máximo para prédios avaliados.

Para o líder do CDS/PP da Amadora, João Castanheira, a decisão das maiorias socialistas da Assembleia e da Câmara revela uma “ânsia” de angariar verbas para “realizar obra em ano de eleições” e não se integra no actual contexto de crise financeira, “a que os municípios não podem ser insensíveis”. “A questão que colocamos é: num concelho com carências sociais importantes, se não é agora que a Câmara faz um esforço para ajudar a população, quando é que fará?”, disse à Lusa o responsável partidário, lembrando que, nos últimos dez anos, as receitas derivadas do IMI no concelho aumentaram 160 por cento.

Na Assembleia de quinta-feira, o CDS apresentou uma alternativa, sugerindo uma taxa de 0,6 por cento para prédios não avaliados e outra de 0,35 por cento para edifícios transmitidos sob o Código de IMI, mas a proposta foi chumbada.

Notícia Jornal da Região
04-11-2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Amadora vai cobrar taxa máxima de Imposto sobre Imóveis


O município da Amadora vai aplicar no próximo ano os valores máximos de taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), uma medida aprovada pela maioria socialista da Assembleia Municipal e contestada por toda a oposição, refere a «Lusa».

A adopção dos valores máximos actualmente permitidos por Lei (0,7 por cento para prédios urbanos e 0,4% no caso de prédios urbanos avaliados no novo Código de IMI) foi aprovada quinta-feira, apesar dos votos contra do PSD, CDS-PP, CDU e Bloco de Esquerda.

Na prática, as novas percentagens acabam por representar uma diminuição das taxas, uma vez que os montantes cobrados em 2008 se referem a 0,75 e 0,5%, respectivamente.

Notícia Agência Financeira
31-10-2008

CDS-PP Amadora propõe redução do IMI

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O CDS-PP apresentou ontem, na Assembleia Municipal da Amadora, uma proposta de redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

A proposta, rejeitada pela maioria socialista, surgiu como alternativa à apresentada pelo executivo municipal, que propunha fixar para 2009 as taxas máximas de IMI permitidas por lei.

O CDS-PP entende que num momento de crise profunda, com reflexos dramáticos na vida das famílias, é imoral que o Partido Socialista e a Câmara Municipal decidam maximizar as receitas à custa do sacrifício dos cidadãos.

As autarquias têm uma responsabilidade social, que é incompatível com o esbulho fiscal, especialmente quando este se destina a arrecadar receita para construir jardins e rotundas em ano de eleições.

Aqui fica a proposta do CDS-PP:

Lançamento do Imposto Municipal sobre Imóveis para o ano 2009

Considerando que:

§ Os municípios devem privilegiar a definição de uma política fiscal justa e equilibrada, que contribua para a promoção do bem-estar social das populações;

§ O esforço de contenção fiscal exigível às autarquias é especialmente importante no momento actual, tendo em conta que o mundo atravessa uma crise financeira sem paralelo, com reflexos profundos na economia das famílias;

§ O aumento descontrolado das taxas de juro no crédito à habitação, associado à subida do preço dos combustíveis e de outros bens essenciais, originou uma situação da maior gravidade social, a que os municípios não podem ser insensíveis;

§ A taxa de desemprego em Portugal situa-se actualmente em 7,6%, um nível dramaticamente elevado, que todos os analistas prevêem que venha a ser ultrapassado no próximo ano;

§ Ao longo dos últimos 10 anos, a receita fiscal arrecadada pela Câmara Municipal da Amadora em Imposto Municipal sobre Imóveis e Contribuição Autárquica aumentou 160%, a que corresponde uma taxa média de crescimento anual de 16%;

§ As previsões de arrecadação de receita em IMI apresentadas anualmente à Assembleia Municipal, para efeito de definição da taxa, são sistematicamente subavaliadas face aos montantes que o município acaba na realidade por receber;

§ A ânsia de realizar obra em ano de eleições não pode justificar a insistência na aplicação de taxas máximas em todos os impostos municipais, ao arrepio dos mais elementares interesses dos cidadãos;

Deste modo, propõe-se:

1. Fixar, para o ano de 2009, as seguintes taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis:
a) Prédios urbanos: 0,6%
b) Prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI: 0,35%

2. Aplicar, no ano de 2009, as majorações e minorações previstas na proposta apresentada pela Câmara Municipal.

Grupo Municipal do CDS-PP

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Violência provoca greve na Escola Secundária da Falagueira

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A maioria dos alunos da Escola Secundária Mães d'Água, na Amadora, fez ontem greve às aulas para protestar contra a violência e insegurança sentidas no interior e exterior da escola desde o início do ano lectivo. O protesto vem na sequência do esfaqueamento de um aluno do 9.º ano, na semana passada, à entrada do estabelecimento de ensino.

Joana Filipa, uma aluna da escola, afirma que a violência e os assaltos, sobretudo para roubar telemóveis e dinheiro, são frequentes. Foi enviado na segunda-feira um abaixo-assinado, com 400 assinaturas de alunos, à Direcção Regional de Educação de Lisboa; a petição exige o aumento do número de funcionários e de policiamento, contando o caso do aluno que foi agredido com uma faca junto ao portão da escola, "tendo sido hospitalizado e intervencionado a um pulmão perfurado".

O documento refere também "variados casos de violência por parte de alunos pertencentes à comunidade escolar e, ainda, por outros intervenientes da comunidade envolvente", dando o exemplo de alunos que "são obrigados a comer relva ou a despir-se": "Os poucos funcionários do estabelecimento de ensino não conseguem dar resposta a tantas solicitações permanentes, nem controlar actos de tamanha violência".

A presidente da comissão instaladora do Agrupamento de Escolas Mães d'Água, Maria João Ferreira, confirma que a maioria dos alunos fez greve na parte da manhã: "Os que não entenderam ir às aulas tiveram faltas". Referindo-se ao aluno de 15 anos a quem foi espetada uma faca nas costas, esclarece que está em repouso em casa, depois do internamento, e voltará com apoio da psicóloga da escola. O incidente aconteceu "entre o portão e o carro da mãe, à hora do almoço", esclareceu.

Maria João Ferreira diz que se tratou "de uma situação excepcional" e que a polícia já terá identificado o suspeito, mas nota que "o ambiente da escola é difícil", pois encontra-se próximo "de dois bairros problemáticos", um deles associado ao tráfico de droga. A responsável acrescenta que não há policiamento à porta, mas "dois agentes da Escola Segura vêm cá sempre que é solicitado". O que houver mais a fazer é da responsabilidade da polícia e do Ministério da Educação, frisa.

Notícia jornal Público
29-10-2008

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Publicidade enganosa do SMAS de Oeiras e Amadora retirada do ar

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O Instituto Civil da Autodisciplina da Publicidade (ICAP) mandou suspender a campanha publicitária dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora sobre a pureza da água nas duas regiões, por considerá-la "enganosa".

O ICAP "decidiu cancelar a campanha publicitária dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora que promove e a valoriza abusivamente as águas de torneira naqueles concelhos induzindo em erro o consumidor", refere o organismo na decisão hoje divulgada.

O parecer foi elaborado na sequência da apresentação de uma queixa pela APIAM (Associação Portuguesa dos Industriais de Águas Minerais Naturais e de Nascente), tendo o ICAP considerado que a campanha "viola, entre outras normas, o artigo 16º do Código da Publicidade por consistir numa acção enganosa". A queixa apresentada apontava a Apiam como a única responsável por "águas totalmente naturais" e sem "quaisquer tratamentos químicos".

Na decisão do ICAP, o organismo censurou em especial a "pretensa ligação da água dos SMAS de Oeiras e Amadora à natureza, fazendo alusão à sua pureza, fonte e origem, o que manifestamente não ficou comprovado". De acordo com o mesmo parecer, a campanha - que estava a ser anunciada nas rádios e nas televisões - não poderá ser reposta.

Notícia jornal Público
23-10-2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

CDS-PP obtém resultado histórico nos Açores

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O CDS-PP elegeu 5 deputados ao parlamento regional dos Açores, com 8,7% do total dos votos, uma enorme subida em relação a 2004, quando elegeu dois deputados, um dos quais passou a independente a meio do mandato. O sexto deputado ficou ontem apenas a 5 votos de distância.

Artur Lima, líder do CDS-PP Açores, agradeceu, visivelmente emocionado, aos açorianos a maior vitória de sempre do seu partido nas eleições regionais. “Somos um partido renovado, um novo CDS com representação em todos os grupos dos Açores e que faz uma única promessa: muito trabalho como aconteceu até agora”, disse Artur Lima.

O líder centrista estendeu os seus votos de agradecimento a todos os candidatos, militantes e simpatizantes realçando a “campanha limpa e sem críticas” que foi realizada pelo partido. “Foi uma campanha de ideias, com gente nova, o que indicia a renovação do partido que foi capaz de apresentar ideias e propostas pela positiva tentando convencer o eleitorado que a melhor oposição somos nós”, sublinhou.

Pedro Mota Soares, membro da direcção nacional do CDS-PP, considerou que este é um “dia histórico” para o partido na Região Autónoma. “Em 34 anos de democracia e autonomia, o CDS alcança o seu maior grupo parlamentar de sempre e alcança um dos melhores resultados eleitorais da sua história”. Pedro Mota Soares explicou ainda que este resultado foi “conseguido à custa de um trabalho sólido, sustentado e de um crescimento voto a voto”.

CDS-PP Amadora

sábado, 18 de outubro de 2008

Jornal Povo de Portugal: CDS prepara autárquicas na Amadora

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Em diferentes cidades de nomeada, os partidos preparam ou avançam mesmo nomes já escolhidos.

Na Amadora, o CDS liderado naquela Concelhia pelo Eng. João Castanheira, hoje uma das figuras mais respeitadas localmente e centro das atenções da actual maioria pela capacidade de trabalho que tem exibido, pode configurar uma candidatura do CDS com independentes.

O nosso jornal sondou o Eng. João Castanheira que não aceitou confirmar o seu avanço, remetendo antes para as decisões do Partido que podem configurar outras soluções, como a reedição da Coligação PSD-CDS-PPM.

Notícia Jornal Povo de Portugal
http://jornalpovodeportugal.eu
Outubro de 2008


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Jornal A Tribuna: CDS-PP Amadora critica Joaquim Raposo


Na sessão solene que assinalou o 29° aniversário do município da Amadora, o representante do CDS-PP teceu duras críticas ao executivo socialista liderado por Joaquim Raposo. O presidente da câmara reagiu a João Castanheira.

João Castanheira, pelo CDS-PP, foi o primeiro a falar ao público na manhã de 11 de Setembro, data que assinala o aniversário da criação do município. Entre os discursos proferidos pelos representantes da oposição nos Recreios da Amadora, este foi o que mais consternação gerou entre o executivo de Joaquim Raposo.

Na intervenção de João Castanheira apenas o investimento municipal no sector da Educação, uma das prioridades da maioria socialista, mereceu "aprovação".

A política de habitação foi uma das mais criticadas. "Durante anos ouvimos o presidente da câmara municipal afirmar que o Programa Especial de Realojamento estava parado porque o Governo PSD/CDS-PP decretara um limite ao endividamento das autarquias". Contudo, adianta que problema parece não ter estado aí já que os últimos orçamentos, aprovados sob o executivo de José Sócrates, "continuam a não prever qualquer investimento em realojamento em todo o município".

Considera a Amadora "provavelmente, o pior exemplo do país "nesta matéria, uma situação para que "18 anos de abarracamento, promovido pela gestão miserabilista do Partido Comunista" terão contribuído.

João Castanheira afirmou-se contra a guetização e as condições em que milhares de famílias continuam a viver em bairros como o 6 de Maio, Santa Filomena ou a Estrada Militar da Damaia.

Joaquim Raposo afirmou que João Castanheira "representou a oposição" mas que "esperava mais dele". Referiu que no passado"tentaram-se alternativas ao realojamento" e que "o Governo na altura nos fechou a porta". Nega a ausência de dinheiro para esta área, apesar de "não ser de facto tanto quanto se gostaria". Salientou estar surpreendido com "a viragem à esquerda do CDS-PP"e que "não vale tudo para acabar com as barracas".

Em termos de projectos, afirmou que está por exemplo a ser preparado um Plano de Pormenor para o Bairro da Cova da Moura. Segundo o presidente, "O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) já fez um estudo sobre o estado do edificado, que é preciso cruzar com questões urbanísticas". Frisou que "haverá seguramente muita demolição". Um projecto que depende também da alteração do Plano Director Municipal (PDM), baseado num relatório já concluído do estado do território.

"A apresentação pública será feita com a aprovação do Secretário de Estado da tutela e permitirá avançar com mudanças". Garantiu que "não se vai passar a construir em zonas onde não é autorizado" mas que é preciso alterar algumas questões do ponto de vista regulamentar, como a proibição de prédios com mais de oito andares de altura. "É uma aberração", adiantou.

Outro grande projecto, a ser desenvolvido por três gabinetes de arquitectura, trará "uma nova centralidade"ao concelho. De acordo com Joaquim Raposo "privilegiará a área do emprego, a do equipamento e espaços públicos, e a da habitação", sem que esta última seja o vértice principal. Vai ser apresentado e submetido a discussão em Novembro e abrangerá "parte substancial da Venda Nova e partes da Damaia, Brandoa, Alfornelos e Falagueira". Um projecto que prevê a criação de condomínios fechados na zona norte do município.

A propósito da urbanização, João Castanheira adiantou que o seu partido não irá compactuar com "o aumento do índice de construção nos terrenos da Quinta do Estado" que os espaços verdes, com actividades de lazer e desporto, deveriam ser uma prioridade.

Não considerando a remodelação do Parque Central vital para o município - assim como "a construção de pistas de ski e playstations gigantes, medidas que arriscam elevar a Amadora à condição de capital nacional do disparate político" - alegou que se exige nomeadamente a criação de um parque florestal (...) a partir do qual nascerá um corredor verde ligando ao Parque Florestal de Monsanto. A construção desta estrutura ecológica é uma verdadeira emergência municipal, caso contrário em breve não sobrará uma nesga de terreno livre para a sua execução".

Joaquim Raposo lembrou a existência do Plano Municipal de Arborização, que visa precisamente "contrariar essa tendência do alcatrão e betão".

A "voracidade fiscal" foi também muito criticada por João Castanheira que contesta em particular o aumento "num ano de crise profunda" do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Através deste a câmara "pretende sacar dos bolsos dos munícipes, em dois anos, cerca de três milhões de euros adicionais" que o PS "vai gastar para deitar abaixo e voltar a construir o Parque Central da Amadora, uma obra de fachada". O autarca responde que se tratou de uma acusação demagógica, já que este não é o único investimento camarário em que as verbas arrecadadas podem ser empregues.

O representante do CDS-PP não percebe ainda o silêncio de Joaquim Raposo face à revisão do mapa judiciário, "que hipoteca em definitivo a construção de um verdadeiro palácio de justiça na cidade". A extinção da Comarca da Amadora e a integração na circunscrição territorial de Sintra propicia, para João Castanheira, uma subordinação aos concelhos vizinhos que "a prazo, há-de conduzir ao esvaziamento e à morte do tribunal da Amadora".

Em resposta, o presidente adiantou que o tribunal provisório não tem de facto capacidade para albergar as novas valências (família , cível e criminal). Porém, já existe uma área de quatro mil metros quadrados em Alfragide para instalar um novo edifício onde haverá também um departamento de investigação criminal.

Ao nível da segurança, João Castanheira concordou com a intenção de montar um sistema de videovigilância, mas deixou o recado de que "não basta filmar os bandidos, é preciso prendê-los".

Joaquim Raposo advertiu que a concelho "não é mais perigoso do que outros municípios" mas que urge restituir à PSP "a autoridade que já teve". Quanto ao referido sistema, "que parece a única convergência com o CDS-PP", explicou que será canalizado um milhão de euros para a colocação de mais de 120 câmaras em cerca de 80 por cento do território (zonas de transportes, circulação e comércio). A autarquia é por enquanto o único financiador mas o presidente da câmara espera que consiga vir a ser implementado já em 2009.

Notícia jornal “A Tribuna”
Lina Manso
30-09-2008

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

CDS-PP visita Santa Casa da Misericórdia da Amadora

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No âmbito da iniciativa ROTEIRO PELA AMADORA, a Concelhia do CDS-PP visitou hoje a Santa Casa da Misericórdia da Amadora, onde foi simpaticamente recebida pelo Director Geral, Dr. Manuel Girão.

Foi uma excelente oportunidade para conhecer, mais de perto, o notável trabalho realizado por aquela que é já uma das mais importantes instituições de solidariedade social do país.

A Santa Casa da Misericórdia da Amadora apoia actualmente quase 5.000 pessoas, 1.800 das quais utilizam diariamente os lares, centros de dia, escolas e creches da instituição. As quase 300.000 refeições servidas todos os anos aos utentes destes equipamentos dão uma ideia da dimensão e da importância de uma casa que é também um dos maiores empregadores do concelho.

Para além das valências oferecidas no Complexo Quinta das Torres, em Alfragide, a Santa Casa gere inúmeras outras instalações, muitas das quais localizadas em algumas das áreas com maiores carências sociais do município, como os bairros da Cova da Moura, Zambujal, Casal da Boba ou Casal da Mira.

É particularmente interessante o projecto da Escola Luís Madureira, que este ano completa o décimo ano de actividade pedagógica, atingindo a sua lotação máxima, com 435 crianças distribuídas da creche ao 3º ciclo do ensino básico. Para breve, está a abertura da Clínica da Quinta Grande, um equipamento de grande qualidade que irá suprir uma necessidade antiga da freguesia de Alfragide.

Infelizmente, o trabalho desenvolvido pela Santa Casa nem sempre é devidamente reconhecido. Foi o que sucedeu com o lamentável processo burocrático que levou ao encerramento da unidade de cuidados paliativos, que era um exemplo único no país. Mas a Santa Casa da Misericórdia da Amadora tem já projectada a construção de raiz de uma nova unidade destinada a receber, com toda a dignidade, os doentes que carecem deste tipo de cuidados.

CDS-PP Amadora

Segurança: CDS-PP critica leis brandas

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O líder do CDS-PP exigiu hoje mais restrições à imigração e a expulsão de imigrantes condenados pela prática de crimes.

“É preciso uma ruptura democrática e consciente. Já não somos um país de brandos costumes por isso não podemos ser um país de leis brandas”, afirmou Paulo Portas, na interpelação parlamentar do CDS-PP dedicada ao tema da segurança.

Entre as doze iniciativas legislativas apresentadas como “um plano alternativo ao falhanço do Governo nas políticas de Segurança”, Paulo Portas propôs a revisão da lei da imigração para a criação de um “contrato em que o candidato se compromete a cumprir integralmente a lei portuguesa”.

Se o imigrante for condenado pela prática de um crime, a pena prevista é a expulsão do país, propôs Paulo Portas, suscitando duras críticas por parte do PCP e do BE.

Justificando as iniciativas, Paulo Portas alegou que “não há um problema entre criminalidade e imigração mas sim entre criminalidade e alguns imigrantes” e salientou que “o número de estrangeiros detidos duplicou de 10 para 20 por cento nos últimos dez anos”.

A retirada do Rendimento Social de Inserção a beneficiários condenados pela prática de crimes como “roubo ou tráfico de droga” e a recusa da nacionalidade portuguesa a quem for condenado por crimes com penas superior a um ano, foram outras medidas exigidas pelo líder do CDS-PP.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Moinhos da Funcheira: Valorsul avança com Plano de Eliminação de Odores


Após um período de queixas dos moradores da área envolvente à ETVO – Estação de Tratamento e Valorização Orgânica, inaugurada em Março deste ano, na freguesia de São Brás, em que denunciavam os maus cheiros provenientes daquele equipamento, a Valorsul está a pôr em prática um Plano de Eliminação de Odores.

Em entrevista ao JR, João Figueiredo, presidente da Comissão Executiva, assumiu os erros do passado, mas revelou-se confiante neste plano."Tivemos alguns problemas, algumas situações que não correram como se esperava, mas não nos podemos esquecer que esta é a primeira instalação do género em Portugal e há coisas que só se aprendem com a experiência e que é preciso afinar", justifica.

Os odores que se fizeram sentir no final da Primavera e no início de Verão resultaram de uma conjugação de várias circunstâncias."Estávamos num período de mais calor, com ventos predominantes de Norte e houve uma deficiente utilização de alguns equipamentos", acrescenta.

Para colmatar estes problemas, a Valorsul colocou já em marcha o denominado Plano de Eliminação de Odores, que se divide em quatro vertentes. "A primeira, a vertente tecnológica, é a mais sensível e a mais exigente, e está relacionada com a monitorização de odores", revela o responsável."Está adjudicado um modelo científico de dispersão dos odores, que vai permitir identificar a origem dos cheiros e tomar medidas preventivas", acrescenta João Figueiredo.

Actualmente está a ser feito um estudo pelo consórcio composto pela Universidade de Aveiro e uma empresa internacional, com um painel de cheiradores, e cujas conclusões devem estar prontas no final do mês.

A segunda vertente, a que o presidente chama de "processo",está relacionada coma experiência da unidade. É no dia-a-dia que se identificam alguns problemas e se tomam medidas concretas."Houve um sem-número de acções que já foram feitas, como por exemplo fechar portas para estancar o odor dentro da instalação. Hoje há menos cheiros do que há dois ou três meses atrás", assume.

A cortina arbórea, uma das medidas há muito defendidas pelos autarcas locais, é a terceira vertente deste plano. A Valorsul está a aguardar o estudo prévio onde ficará patente qual o tipo de árvores a utilizar, em que quantidades e onde deverão ser colocadas. "É uma medida mais a médio prazo, porque as árvores demoram a crescer", explica João Figueiredo.

Por fim, a vertente da comunicação vai revelar-se igualmente numa mais-valia. Segundo o presidente da Comissão Executiva, para além das várias campanhas de comunicação junto da população, a Comissão de Acompanhamento da ETVO vai ter uma página na Internet, alojada no sítio da Valorsul, onde a população vai poder, com maior rapidez e facilidade, entrar em contacto com a comissão.

Para além disso, vai ser escolhido um painel de cheiradores, composto por moradores locais que residam em pontos estratégicos, para que sejam sinalizadores de quaisquer eventuais maus odores.

Notícia Jornal da Região

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Aniversário do Município: CDS-PP lidera oposição ao Partido Socialista


Uma autêntica troca de galhardetes entre o presidente da câmara e o deputado municipal do CDS-PP, João Paulo Castanheira, marcou a sessão solene comemorativa do 29º aniversário do município da Amadora, como habitualmente realizada nos Recreios da Amadora.
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João Paulo Castanheira foi o primeiro a usar da palavra e o que maiores críticas teceu em relação à actual gestão autárquica, de maioria socialista. "O executivo municipal repete, um por um, todos os vícios do Governo", acusou, realçando o facto de em ano de crise profunda a edilidade ter aumentado o valor dos impostos municipais, nomeadamente o IMI. Tudo para, alega o eleito popular, em dois anos, "sacar três milhões de euros, os mesmos que vai gastar para deitar abaixo o Parque Central e reconstrui-lo, obra que certamente vai estar pronta antes das próximas eleições autárquicas".
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O deputado do CDS-PP foi ainda mais longe ao dizer que "a Amadora arrisca-se a ser a capital nacional do disparate político", referindo-se a projectos como a pista de ski, no Alto da Damaia, e a playstation gigante a ser colocada no Parque Central.
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Depois de ouvir toda a oposição, Joaquim Raposo apontou baterias e num discurso directo respondeu a todas as questões levantadas pelo CDS-PP. "Esse dinheiro que diz que vamos ganhar com o aumento da carga fiscal é o suficiente para fazer outras obras como, por exemplo, a escola de Vila Chã", justificou.
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O edil aproveitou também para reafirmar a aposta na infância e na terceira idade, anunciando, entre outras coisas, a elaboração de um contrato de descentralização de competências na área da educação. "Vai ser um caso único, assinado entre a câmara, o ministério e os conselhos executivos das escolas", salientou. Raposo prometeu alargar o apoio domiciliário prestado a idosos através das instituições. "Será também feito ao fim-de-semana", assegurou.
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Notícia Jornal da Região
16-09-2008

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Intervenção do CDS-PP na Sessão Solene Comemorativa do Aniversário do Município


Decorreu ontem, nos Recreios da Amadora, a Sessão Solene Comemorativa do 29º Aniversário do Município.

Aqui fica um excerto da intervenção proferida pelo Presidente do CDS-PP Amadora, João Castanheira.

“Num momento em que se torna claro o fracasso generalizado do Governo do Partido Socialista, que se revela incapaz de assegurar o crescimento económico, controlar o desemprego, combater a crise social ou suster a onda de criminalidade violenta que assola o país, é preocupante verificar que o executivo municipal reflecte, um por um, todos os vícios da governação socialista. A começar pela voracidade fiscal.

É bem conhecida a propensão do Partido Socialista para sufocar os cidadãos, as famílias e as empresas com impostos excessivos, arrecadando receitas fiscais que depois esbanja em projectos megalómanos de utilidade duvidosa ou no fomento à subsidio-dependência.

E nesta matéria, a gestão da Câmara Municipal da Amadora não é diferente.

É aliás revelador desta lógica de avidez e fanatismo fiscal, o facto de, em 2008, o executivo camarário socialista ter decidido aumentar o Imposto Municipal sobre Imóveis.

Fê-lo num ano de crise profunda, em que os cidadãos se debatem com a subida descontrolada dos juros no crédito à habitação, com os efeitos de uma crise energética sem precedentes e com uma taxa de desemprego insustentável, contribuindo assim a própria autarquia para aprofundar as dificuldades por que passa a maioria esmagadora dos cidadãos da Amadora.

Com o aumento do IMI, a Câmara Municipal pretende sacar dos bolsos dos munícipes, em 2 anos, cerca de 3 milhões de euros adicionais.

São, minhas Senhoras e meus Senhores, os mesmos 3 milhões de euros que o Partido Socialista vai gastar para deitar abaixo e voltar a construir o Parque Central da Amadora, uma obra de fachada, que, não temos dúvidas, estará pronta para inaugurar em vésperas das eleições autárquicas do próximo ano.

É assim, com uma desfaçatez imprópria de um regime democrático do século XXI, que o Partido Socialista obriga os contribuintes da Amadora a pagar a sua própria campanha eleitoral.
Perguntar-se-á se, com tanto imposto, a Câmara Municipal da Amadora tem pelo menos conseguido resolver os problemas estruturais que afectam a nossa cidade?

E, lamentavelmente, a resposta é negativa.

Veja-se o exemplo, quase caricatural, do sector da habitação:

Durante anos, ouvimos o Presidente Câmara Municipal afirmar que o Programa Especial de Realojamento estava parado porque o Governo PSD/CDS-PP decretara um limite ao endividamento das autarquias.

A verdade, porém, é que os sucessivos orçamentos aprovados pela Câmara Municipal da Amadora ao longo dos últimos anos – e o PS já está no Governo há quase 4 - continuam a não prever qualquer investimento em realojamento em todo o município.

Como se suspeitava, o problema não estava no Governo PSD/CDS-PP. O problema estava e está na gritante incapacidade do Partido Socialista para resolver aquela que continua a ser a mais grave chaga social deste concelho.

Minhas Senhoras e Meus Senhores, passada que está mais de uma década de gestão autárquica socialista, é legítimo perguntar por que razão se multiplicam nos municípios vizinhos os parques empresariais e tecnológicos, enquanto a Amadora insiste na construção de loteamentos residenciais, cujas casas ninguém parece querer ou poder comprar?

Mais de 10 anos passados sobre a chegada à Amadora da maioria socialista, importa perceber por que razão a Microsoft, a Nokia, a HP, a Oracle e dezenas de outras grandes empresas de base tecnológica, criadoras de riqueza e geradoras de milhares de postos de trabalho qualificados, decidiram instalar-se em Oeiras, enquanto a Amadora se afunda num mar de hipermercados e centros comerciais, que pouco mais têm para oferecer do que emprego instável, pouco qualificado e mal remunerado.

A verdade é que o Partido Socialista e o actual Presidente da Câmara não têm para a Amadora outra ambição que não seja o aprofundamento da condição de dormitório, desbaratando a nossa localização estratégica, as acessibilidades privilegiadas e o potencial humano existente no município.

O ano de 2008 fica também marcado por mais uma traição do Partido Socialista ao nosso concelho. Refiro-me à extinção da Comarca da Amadora e à sua integração na circunscrição territorial de Sintra, decisão que consubstancia uma lógica de subalternização deste município face aos concelhos vizinhos e que, a prazo, há-de conduzir ao esvaziamento e à morte do tribunal da Amadora.

A revisão do mapa judiciário obrigará os Amadorenses a deslocarem-se à vila de Sintra para resolver a maioria dos assuntos relacionados com a justiça, já que, por mais absurdo que possa parecer, o Governo do Eng.º Sócrates considera que a terceira maior cidade do país – onde vivem quase 200.000 pessoas – não precisa de um verdadeiro tribunal.

Nesta ocasião, é importante recordar que a criação da Comarca da Amadora foi o culminar de uma luta de muitos anos, que uniu, sem excepção, todas as forças políticas da cidade.

Foi por isso com surpresa que assistimos à recusa do Partido Socialista em aprovar a moção de contestação apresentada pelo CDS-PP na Assembleia Municipal da Amadora, numa atitude que demonstra, à saciedade, a forma ligeira como o PS sacrifica o interesse dos cidadãos da Amadora, em detrimento das directrizes partidárias que chegam do Largo do Rato.

A incapacidade do Governo Socialista para resolver os problemas do país parece não conhecer limites. Mas aquilo que se espera do poder autárquico é que lute, incessantemente, para defender os interesses do município, seja qual for o partido que está no Governo.

É por isso que aguardamos, com alguma expectativa, o que terá o Presidente da Câmara Municipal da Amadora para nos anunciar a respeito do inquietante aumento da criminalidade violenta na nossa cidade. Uma realidade que começa a coarctar a liberdade dos cidadãos.

Esperamos que não se limite a anunciar, uma vez mais, a intenção de instalar câmaras de videovigilância em algumas zonas da cidade, medida que o CDS-PP aplaude, mas que, por si só, não vai resolver o problema da insegurança crescente, porque não basta filmar os bandidos, é preciso prendê-los.

E para tal são necessários polícias. Polícias cujo trabalho não seja posto em causa por leis penais permissivas e irresponsáveis, que levam a que, depois de detidos, os marginais saiam do tribunal mais depressa do que os agentes da autoridade que os acompanham, regressando impunemente à prática dos mesmos crimes.

Minhas Senhoras e Meus Senhores, estou certo que todos nós conhecemos as carências que continuam a afectar o concelho da Amadora.

Apesar disso, as opções do executivo camarário do Partido Socialista passam pela construção de pistas de ski e PlayStations gigantes, medidas que arriscam elevar a Amadora à condição de capital nacional do disparate político.

Não sei, Senhor Presidente da Câmara, quantos praticantes de ski existem na Amadora, nem quantos deles estarão dispostos a trocar a Serra Nevada pelo Alto da Damaia.

Minhas Senhoras e Meus Senhores, o CDS-PP tem outra ambição para a Amadora.

Porque entendemos que esta cidade tem tudo para se afirmar como um grande pólo de desenvolvimento à escala da metropolitana.

Porque acreditamos que com um modelo de desenvolvimento ambicioso, a Amadora pode romper definitivamente com a condição de dormitório.

Porque consideramos que já chega de baixar os braços perante o destino...

Porque está na hora de começar a construir o futuro!

Entendemos que é possível imaginar uma cidade que deixe de estar dividida pelo caminho-de-ferro – uma cidade cujo centro deixe de ser o cais da estação.

Para tal, é necessário avançar com o enterramento da via-férrea, permitindo rasgar à superfície uma grande avenida, que mais do que uma via de circulação automóvel se afirmará como o novo rosto da Amadora do futuro.

Espinho acabou de o fazer e a 3ª maior cidade do país não pode ambicionar menos do que Espinho!

Na Quinta do Estado – território por onde passa o futuro da cidade – em vez de mais uma sucessão de loteamentos vulgares, terá que surgir um projecto urbanístico de referência, destinado, sobretudo, à instalação de empresas e que inclua alguns ícones arquitectónicos capazes de transformar a imagem da cidade, sobrepondo-se ao estereótipo de desqualificação urbana que a generalidade dos portugueses associa à Amadora.

A este respeito queremos que saiba, Senhor Presidente da Câmara, que não contará com o CDS-PP para aumentar o índice de construção nos terrenos da Quinta do Estado.

Combateremos, com todas as nossas forças, qualquer tentação nesse sentido. Uma posição que só admitiríamos discutir se cada euro – CADA EURO – ganho a mais pelos promotores imobiliários fosse INTEGRALMENTE TRANSFERIDO para a cidade e investido na erradicação total dos bairros de lata, porque esse é o grande desígnio com que a Amadora se defronta.

Para finalizar, Minhas Senhoras e Meus Senhores, o CDS-PP considera indispensável que a Amadora disponha de um Plano de Desenvolvimento Estratégico, que contemple políticas activas de captação de investimento e que coloque a Amadora em competição directa com municípios como Lisboa ou Oeiras.

Numa cidade em que, para poder trabalhar, dois terços da população activa tem que se deslocar diariamente para os concelhos vizinhos, é preciso muito mais do que criar part-times em centros comerciais.

Acreditamos numa cidade diferente.

Acreditamos num futuro melhor.

VIVA A AMADORA”.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Amadora nos Jogos Olímpicos de Pequim

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Três dos oito nadadores que vão representar Portugal nos Jogos Olímpicos de Pequim são atletas do Clube de Natação da Amadora.

Este é, sem dúvida, motivo de grande orgulho para a nossa cidade.

Ao Simão Morgado, à Diana Gomes e ao Carlos Almeida o CDS-PP Amadora deseja o maior sucesso neste momento alto das suas carreiras.

Ao C.N.A., o nosso agradecimento pelo fantástico trabalho que têm vindo a desenvolver e que tem levado bem alto o nome da Amadora.

CDS-PP Amadora

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Na Amadora: CDS-PP critica leis penais

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O deputado do CDS-PP Nuno Magalhães defendeu hoje que há legislação penal «permissiva» e que potencia «situações que desacreditam e desautorizam a polícia» e denunciou condições degradadas de algumas instalações das forças de segurança em Portugal.

«O Estado não pode trair os seus polícias. Muitas vezes, o trabalho feito pelas forças policiais é depois desautorizado por decisões e leis penais que são absolutamente permissivas e incompreensíveis», disse à Lusa o deputado do CDS-PP, após uma visita à esquadra da Policia de Segurança Publica (PSP) da Amadora.

Nuno Magalhães considerou que aquelas decisões e leis podem permitir a «alguém que comete um crime, antes mesmo de sair do tribunal, já estar solto, provavelmente para cometer o mesmo crime ou até mesmo para cometer um crime contra o polícia que o deteve».

«Essas leis penais permissivas que potenciam este tipo de situação desacreditam a polícia e põem em causa o Estado de direito democrático», disse.

O deputado popular denunciou as dificuldades com que as forças de segurança vivem «ao nível das instalações, com muitas esquadras a funcionar como rés-do-chão de prédios e até em moradias, e não como esquadras de raiz».

«É uma zona em que há mais do que uma arma apreendida por dia. Tem, em média, apenas 420 elementos da PSP para patrulhamento de 200 mil pessoas, o que é insuficiente, dado haver um conjunto de bairros de perigosidade», sublinhou, referindo-se ao concelho da Amadora.
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Agência Lusa/SOL