PÁGINA OFICIAL DA CONCELHIA DA AMADORA DO CDS-PP
Com outra ambição, a Amadora pode ser diferente. Pode ser um local aprazível e seguro para viver, mas também um município dinâmico e inovador, capaz de atrair investimento e gerar empregos qualificados. Mãos à obra, porque a Amadora merece uma nova esperança, um novo rumo, um futuro melhor!



quarta-feira, 9 de junho de 2010

Telmo Correia eleito Presidente da Distrital de Lisboa do CDS-PP

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Telmo Correia é o novo presidente da distrital de Lisboa do CDS-PP, com 70 por cento dos votos, uma vitória que o candidato «já esperava», uma vez que conhece bem o partido e os militantes

A lista B, encabeçada pelo advogado Pedro Pestana Bastos, arrecadou 30 por cento dos votos.

«Esperava [esta vitória] porque eu conheço bem o partido, conheço bem os militantes. Esperava que fosse uma vitória significativa e foi uma vitória significativa», afirmou Telmo Correia, em declarações à agência Lusa.

O também deputado na Assembleia da República destacou o facto de esta campanha ter sido «exclusivamente interna», tendo promovido «um debate junto dos militantes», o que não impediu que fosse batido um «recorde de votações» no distrito de Lisboa.

De acordo com Telmo Correia, nestas eleições, o distrito de Lisboa registou quase 1100 votantes, ao passo que, nas últimas directas (Paulo Portas-Ribeiro e Castro), foram às urnas cerca de 900 militantes democratas cristãos só nesta distrital.

No seu mandato, Telmo Correia pretende «pôr a malha autarca e todos os seus deputados a trabalhar em conjunto», uma vez que «os tempos não estão fáceis para o país» e, «mais cedo ou mais tarde», o CDS vai «ser a alternativa novamente e fazer as [suas] propostas».

«O objectivo é fazer crescer o partido, organizá-lo, estruturá-lo», rematou.

Notícia AgênciaLusa/Semanário SOL

terça-feira, 8 de junho de 2010

Amadora: lista A vence eleições para a distrital


Na Concelhia da Amadora, a lista A, encabeçada pelo Deputado Telmo Correia, venceu as eleições para a Distrital de Lisboa do CDS-PP, com 65% dos votos. A lista B, liderada por Pedro Pestana Bastos, recolheu 35% dos votos dos militantes da Amadora.

João Paulo Castanheira, Presidente da Concelhia da Amadora, foi eleito Vice-Presidente da Distrital de Lisboa.

Foi também eleito o novo Conselho Distrital de Jurisdição, que passa a ser presidido por Alberto Coelho, dirigente do CDS-PP Amadora e membro da Comissão Política Nacional do Partido. A lista encabeçada por Alberto Coelho, obteve na Amadora mais de 70% dos votos expressos.

A Mesa da Assembleia Distrital é agora presidida por António Carlos Monteiro, Vereador na Câmara Municipal de Lisboa.

CDS-PP Amadora

terça-feira, 1 de junho de 2010

Paulo Portas comemora Dia Mundial da Criança nos Unidos de Cabo Verde, na Amadora

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Hoje, dia Mundial da Criança, a Associação fez um lanche para presentear as crianças do Jardim de Infância e da Orquestra Dolcevita.

Neste evento, pudemos contar com a presença do Dr. Paulo Portas, Presidente do CDS-PP, que com a Sua visita pôde conhecer o trabalho desenvolvido pela Associação junto da comunidade, neste caso, junto da população mais jovem dos Bairros Casal da Boba e Casal da Mira.

Depois de uma breve apresentação da Instituição, todas as crianças e convidados reuniram-se na sala polivalente a fim de escutarem a actuação musical das crianças da Orquestra Dolcevita. Estes jovens actuaram de forma magnífica, mostrando a cada concerto, um maior entrosamento e musicalidade do grupo.

Finalizado este pequeno concerto, foi a vez das crianças do Jardim de Infância oferecerem um belo quadro ao nosso Convidado, para que mais tarde, possa recordar-se desta bela festa.
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Jorge Carvalho, Unidos de Cabo Verde IPSS

Em visita à Amadora, Paulo Portas defende extinção de metade das empresas municipais

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje a extinção de pelo menos metade das empresas municipais "que existem e não são necessárias", e criticou o "descontrolo" do endividamento das autarquias.

"O Estado devia fazer um esforço para reduzir pelo menos metade das empresas municipais que existem e que não são necessárias. Era bom também que alguém disciplinasse este facto iníquo que é haver num país com a nossa dimensão 2000 gestores municipais", defendeu.

O líder do CDS-PP falava aos jornalistas no final de uma visita ao jardim-de-infância da Associação Unidos de Cabo Verde, na Amadora, que prossegue um projecto de formação musical a alunos, com o apoio de um centro comercial local.

Paulo Portas criticou o "aumento do endividamento das câmaras de um ano para o outro de mil milhões de euros", considerando que "só pode ter a explicação de ter sido um ano eleitoral".

"Alguém tem que por pressão para que não mais seja possível criarem novas empresas municipais", defendeu ainda o líder do CDS-PP, afirmando que o número de empresas municipais existentes, "mais de 250", é demasiado para a dimensão do país.

"É com este tipo de despesa e de descontrolo da dívida que depois pedem sistematicamente às pessoas para pagarem mais impostos. O esforço tem que ser feito pelo lado da despesa e não pelo lado dos impostos", defendeu.

O líder democrata cristão assinalou que hoje, dia da entrada em vigor das novas tabelas de retenção de IRS, "ficará tristemente célebre" como o dia em que a carga fiscal "subiu para 39 por cento do PIB".

Paulo Portas voltou a responsabilizar o PS "porque subiu a despesa desmesuradamente e agora aumenta impostos" e o PSD porque "aceita aumentos de impostos sem ter garantias de que vai haver reduções na despesa que vai ser reduzida".

"Como é que é possível que se faça um aumento de impostos sobre o trabalho quando as empresas públicas só este ano vão receber mais 1100 milhões de euros que no ano passado?", questionou.

Notícia Agência Lusa

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Na Brandoa, Portas fala em democracia surrealista


O líder do CDS-PP acusou hoje Governo e PSD de promoverem uma “democracia surrealista”, em que a lei de aumento de impostos entra em vigor antes de ir ao Parlamento, pedindo que se oiça o Presidente da República.

“O próprio Presidente da República diz que não pode comentar o aumento de impostos porque ainda não existe lei, os portugueses sabem que a lei só é discutida no Parlamento no dia 2 de Junho, e o Governo e o PSD querem que o aumento de impostos entre em vigor a 1 de Junho”, disse o presidente do CDS-PP, Paulo Portas.

O líder democrata cristão falava aos jornalistas após uma visita ao Centro Social Paroquial da Brandoa, Amadora, sublinhando que “queria pedir aos portugueses que ouvissem com atenção as declarações do Presidente da República”, na terça-feira.

O Presidente da República, Cavaco Silva, não quis na terça-feira pronunciar-se sobre a eventual retroactividade do aumento de impostos, nem sobre a constitucionalidade da matéria, argumentando que a lei ainda não está aprovada. "Se não há lei, como é que se pode falar dessa matéria? Não há lei", vincou.

“Digam-me em que país democrático do Mundo é que um aumento de impostos entra em vigor antes de um Parlamento o autorizar? Que país surrealista, que democracia surrealista, é que, à conta deste aumento de impostos, o PS e o PSD querem fazer?”, questionou Paulo Portas.

Portas visitou o Centro Social Paroquial da Brandoa com o objectivo de chamar a atenção para o “cuidado do ponto de vista social” que considera ser necessário ter “quando se pedem sacrifícios às sociedades”.

“Não é igual pedir um sacrifício a quem tem muito ou pedir um sacrifício a quem tem pouco”, afirmou, argumentando que “um dos aspectos negativos deste aumento de impostos é que ele atinge os mais pobres de uma forma profundamente injusta e, se quiserem, tecnocrática e burocrática”.

“Faz algum sentido estar a fazer um aumento de impostos sobre pensões baixas, de poucas centenas de euros, que vão passar a pagar mais IRS a partir de dia 1 de Junho, e, ao mesmo tempo, continuar a dar o rendimento mínimo às largas, rendimento mínimo que não paga imposto, a quem não quer trabalhar?”, questionou.

Notícia Agência Lusa

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

CDS celebra 25 de Novembro na Amadora

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Sala cheia e muita emoção marcaram o jantar comemorativo do 34º aniversário do 25 de Novembro de 1975, que decorreu ontem, na Amadora.
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A Concelhia da Amadora do CDS-PP celebra há mais de 30 anos o dia em que Portugal reconquistou, em definitivo, a liberdade e a democracia, pondo fim à deriva extremista que ameaçava arrastar o país para uma ditadura comunista e que quase nos mergulhou numa guerra civil.
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25 de Novembro de 1975 foi um dia maior da nossa história. O dia em que Portugal se libertou do desastre do PREC, das ocupações selvagens e da anarquia pós-revolucionária.
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A cerimónia de ontem, presidida por Paulo Portas, contou com a presença de quase 200 convidados, entre os quais o Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP, Pedro Mota Soares, o Secretário-Geral do partido, João Almeida, o Coordenador Autárquico, Hélder Amaral, o Presidente da Distrital de Lisboa, António Carlos Monteiro, o Presidente da Juventude Popular, Michael Seufert e os deputados Teresa Caeiro, João Rebelo, Raúl Ameida, Altino Bessa e Artur Rêgo.
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Nas várias intervenções da noite, foi lembrado o papel central desempenhado pelo Regimento de Comandos da Amadora, que sob a liderança do Major General Jaime Neves, neutralizou os golpistas de extrema esquerda, que haviam escolhido o dia 25 de Novembro de 1975 para instaurar em Portugal uma ditadura de inspiração soviética.
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O CDS-PP prestou ainda uma sentida e emocionada homenagem ao Capitão José Gonçalves, distinto militante do partido, recentemente falecido. O Capitão José Gonçalves liderou uma das companhias que naquela tarde de Novembro saiu para a rua com o objectivo de resgatar a liberdade conquistada a 25 de Abril de 1974.
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CDS-PP Amadora

Eleições no CDS-PP Amadora

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No passado dia 21 de Novembro, foram eleitos os novos responsáveis concelhios do CDS-PP Amadora, que conduzirão os destinados do partido durante os próximos 2 anos.

A tomada de posse teve lugar ontem, no decorrer do jantar comemorativo do 34º aniversário do 25 de Novembro, na presença do Presidente do Partido, Dr. Paulo Portas e do Secretário-Geral, Dr. João Almeida.

A Comissão Política Concelhia continuará a ser presidida pelo Eng.º João Paulo Castanheira, que agora inicia o seu terceiro mandato na liderança da estrutura, enquanto a Mesa da Assembleia Concelhia terá como Presidente o Dr. João Abrunhosa, ex-deputado do CDS-PP na Assembleia da República e ex-vereador na Câmara Municipal da Amadora.

A constituição dos órgãos eleitos é a seguinte:

Comissão Política Concelhia:
João Paulo Castanheira (Presidente)
José Manuel Pessanha (Vice-Presidente)
João Carlos Pinto (Secretário)
Alberto António Coelho
Luís Chiti Dias
Maria da Graça Teles
Paulo Patrício Mendes
Susana Esteves da Fonseca
Tiago Miguel Antão

Mesa da Assembleia Concelhia:
João Abrunhosa (Presidente)
Isaías Gonçalves Afonso (Vice-Presidente)
Ana Isabel Duarte (Secretária)

CDS-PP Amadora

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Paulo Portas na Amadora


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, vai presidir hoje, quarta-feira, ao jantar comemorativo do 34.º aniversário do 25 de Novembro de1975.

Os populares da Amadora celebram há mais de 30 anos este momento na afirmação da democracia e da liberdade, também pelo seu simbolismo na cidade, tendo em conta o papel central desempenhado pelo Regimento de Comandos.

O jantar começa às 20h30 na residencial Jardim da Amadora, junto ao Parque Central.

Notícia Jornal da Região

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

CDS-PP comemora 25 de Novembro na Amadora

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O dia 25 de Novembro de 1975 mudou o rumo da história de Portugal.

Para celebrar este momento marcante na afirmação da democracia e da liberdade, a Concelhia da Amadora do CDS-PP, em colaboração com a Secretaria-Geral, organiza o tradicional jantar comemorativo, que será presidido pelo Presidente do partido, Dr. Paulo Portas.

A Concelhia da Amadora evoca há mais de 30 anos este momento marcante da nossa história. Uma data da maior relevância para o país e com um enorme simbolismo para a Amadora, tendo em conta o papel central desempenhado pelo Regimento de Comandos da Amadora, chefiado pelo Coronel Jaime Neves.

O jantar terá lugar no próximo dia 25 de Novembro, pelas 20 horas, na residencial Jardim da Amadora, situada no centro da cidade, junto ao Parque Central.
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CDS-PP Amadora

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Teresa Caeiro apoia coligação AMADORA TEM FUTURO!

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Teresa Caeiro, deputada do CDS-PP e Vice-Presidente da Assembleia da República, esteve hoje na Amadora para manifestar o seu apoio à candidatura da coligação AMADORA TEM FUTURO.
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No próximo domingo, vamos mudar a Amadora, com toda a confiança!
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CDS-PP Amadora

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Campanha da Coligação AMADORA TEM FUTURO

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Segue em força a campanha da coligação AMADORA TEM FUTURO!
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Bairro a bairro, rua a rua, casa a casa, rumo a um grande resultado nas eleições autárquicas do próximo domingo.
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CDS-PP Amadora

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CDS consegue resultado histórico na Amadora!

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Tal como no país, também na Amadora o CDS obteve ontem um resultado histórico: 10,25%, correspondentes a quase 9.000 votos!

Um crescimento exponencial face ao resultado alcançado nas eleições legislativas de 2005, em que o partido obtivera apenas 5.500 votos.

Desta vez, o CDS ficou a uma curtíssima distância da CDU e do Bloco de Esquerda, ultrapassando mesmo os comunistas em várias freguesias do concelho, o que acontece pela primeira vez na história da democracia.

Merecem especial destaque os resultados obtidos pelo partido nas freguesias de Alfragide (13,5%), São Brás (11,6%), Reboleira (11,0%) e Venteira (10,8%).

Os resultados de ontem seriam suficientes para que a coligação AMADORA TEM FUTURO retirasse ao Partido Socialista a maioria absoluta nas eleições autárquicas do próximo dia 11 de Outubro. Mas, com um pouco de esforço, a vitória é perfeitamente possível!

CDS-PP Amadora

RESULTADO HISTÓRICO: contra todas as sondagens o CDS é a terceira força política, com 21 deputados!

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"Foi desta vez. Dois dígitos", foi desta forma que Paulo Portas começou o discurso na noite em que o CDS conseguiu o melhor resultado em 26 anos: Teve 10, 46 por cento dos votos e conseguiu eleger 21 deputados.

"Com este resultado o CDS passou a disputar outro campeonato", afirmou Paulo Portas. "Este não é o fim da linha é o início de um longo caminho para que haja em Portugal como em toda a Europa, um grande partido não socialista, directo frontal e corajoso".

Na sua intervenção de vitória Paulo Portas deixou a garantia de que o CDS continuará a fazer oposição ao PS.

"A forma de governar Portugal tem que mudar. O rolo compressor de maioria absoluta de um só partido acabou e tem de dar lugar ao espírito de compromisso e cultura de negociação, como sucede em toda a Europa", afirmou.

"Fizemos a nossa parte. Fizemos o que estava ao nosso alcance", disse Portas. "Continuaremos amanhã. Continuaremos a ser a melhor oposição a um governo socialista", disse, garantindo que "essa oposição tem como único critério de avaliação o programa e a fidelidade ao caderno de encargos em que os eleitores acreditaram".

O líder do CDS afirmou que o partido conseguiu cumprir os objectivos a que se propôs. Além de o PS não conseguir a maioria absoluta, o CDS conseguiu eleger deputados nos círculos de Coimbra, Faro, Santarém e Madeira, que tinham sido apontados como prioritários. "O CDS tornou-se hoje num partido nacional. Elegemos deputados na maioria dos círculos nacionais".

"Este resultado é a remuneração do esforço, a vitória da clareza", afirmou visivelmente satisfeito Paulo Portas e agradeceu aos eleitores que pela primeira vez votaram CDS. "Aos que ao longo destes 34 anos resistiram, confiaram e foram a gente do CDS", Portas disse: "Valeu a pena".

Notícia CDS com TVI24 e RTP

CDS, o grande vencedor

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Paulo Portas foi o grande vencedor desta noite eleitoral, tendo acedido ao posto de terceira força política portuguesa, com 10,46% e quase 600 mil votos (contra os 432 mil e 7,26% em 2005). Mas, ainda mais relevante – fruto da distribuição dos mandatos – consegue eleger 21 deputados.
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Com apenas menos 35 mil votos, o BE não conseguiu alcançar a meta de acabar estas legislativas em terceiro posto e ficou a cinco deputados dos centristas. De qualquer forma, como tinha oito no último hemiciclo, duplicou a sua bancada parlamentar. A CDU teve quase menos 100 mil votos que o Bloco, mas, fruto da concentração do seu eleitorado, chega ao fim do escrutínio só com menos um deputado que os seus rivais à esquerda. O que não evitou a sua descida para a força menos representada no Parlamento.

O PS teve também uma vitória, mas que acabou por corresponder ao mínimo do que se esperava ao início da noite, quando as sondagens lhe davam entre 36 e 40% dos votos, longe da meta não assumida – mas sonhada nos últimos dias de campanha – da maioria absoluta. Ficou-se pelos 36,56%, e 96 deputados, tendo perdido 500 mil eleitores desde 2005. A vitória, deve-a, porém, ao mais de um milhão de votos que recuperou, ou ganhou, desde as europeias de Junho.

O grande derrotado foi o PSD, que porém – ao contrário do PS –, se aproximou do máximo que as previsões indicavam. Os sociais-democratas alcançaram 29,09% e já têm 78 deputados eleitos. Praticamente o mesmo resultado que tiveram há quatro anos com Pedro Santana Lopes: cerca de um milhão e seiscentos mil votos. Mas as alterações na composição do seu eleitorado (e eventualmente as mudanças que sofreram alguns círculos eleitorais) já lhes garantiram mais seis deputados do que em 2005.

Neste momento faltam apurar apenas os votos correspondentes aos círculos eleitorais da Europa e de Fora da Europa, que tradicionalmente vão para o PSD – apesar de na última eleição um destes quatro mandatos ter sido conquistado pelos socialistas.

Quanto à geometria parlamentar, continua a haver maioria de esquerda, mas não de um partido só. Juntos, PS, BE e PCP-PEV conseguem 127 deputados, apenas mais seis dos que os socialistas conquistaram há quatro anos. Por outro lado, PSD e CDS somam 99.

Também neste momento, maioria absoluta de dois partidos só existirá com um acordo entre o PS e o CDS. Outra hipótese, mas que poderá não passar de académica, será a de o PS conseguir os quatro mandatos que falta apurar; neste caso, socialistas e bloquistas terão 116 assentos parlamentares.

De qualquer forma, José Sócrates já prometeu ir conversar com os restantes partidos na Assembleia da República quando for indigitado primeiro-ministro.

Notícia Maria Teresa Oliveira/Semanário Sol

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

CDS em campanha na Amadora

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A recepção calorosa que a campanha do CDS-PP teve hoje no centro da Amadora faz antever um grande resultado nas eleições legislativas do próximo dia 27!
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Pedro Mota Soares, líder parlamentar do partido e João Paulo Castanheira, presidente da concelhia da Amadora, participaram numa animada arruada, que percorreu o Parque Delfim de Guimarães e várias ruas do centro da cidade.
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Muitas são as queixas quanto à falta de segurança no concelho e quanto ao abuso do rendimento mínimo garantido, que desvia fundos que deveriam ser aplicados na melhoria das pensões de reforma.
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CDS-PP Amadora

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Aniversário do Município: PS deve pedir desculpa aos Amadorenses


Sob o mote de ser este “o tempo de se fazer um balanço autárquico”, a Sessão Solene Comemorativa do 30.ºaniversáriodo Município da Amadora ficou marcada por um conjunto de discursos, alguns deles proferidos pelos próprios candidatos à Câmara nas próximas eleições, que mesmo não tendo assento na Assembleia Municipal aproveitaram a ocasião para apontar o dedo à actual gestão socialista da autarquia.

Com esta alteração no protocolo (normalmente a palavra cabe apenas aos eleitos locais), o acto que devia ser solene transformou-se numa espécie de lançamento da campanha eleitoral para as Autárquicas de 11 de Outubro.

A primeira intervenção coube ao deputado municipal João Paulo Castanheira, em representação do CDS-PP. Segurança, saúde e emprego foram algumas das áreas focadas pelo também candidato à Assembleia Municipal pela Coligação “Amadora tem futuro”.

“Chegou a hora de prestar contas, senhor presidente! O PS prometeu muita coisa, escrita no anterior programa eleitoral, e nada está feito. Falo da requalificação do Cineteatro D. João V, da Fábrica da Cultura, da construção do Mercado de A-da-Beja, do Parque do Neudel, do Parque Desportivo da Serra de Carnaxide, entre outras coisas”, frisou. “Hoje o que lhe é pedido é que explique porque ficaram as suas promessas eleitorais por cumprir. E, já agora, que tenha a humildade democrática necessária para pedir desculpa aos amadorenses pelo que não soube ou não quis fazer”, desafiou João Paulo Castanheira.

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O candidato que se seguiu foi Jorge Roque da Cunha, em representação do PSD, mas simultaneamente o rosto da Coligação “Amadora tem futuro”. O seu discurso, um dos mais críticos da manhã, focou também as “promessas por cumprir” da gestão PS.

“Não serei exaustivo a enumerar todas as que constam no último programa eleitoral do Partido Socialista. Se as referisse todas, certamente que só acabaria quando já se estivesse a celebrar o 31.º aniversário do concelho...”, começou por ironizar. E a sátira continuou: “Mas vou referir algumas das mais emblemáticas. A criação de um centro de saúde na Reboleira, e de um outro em S. Brás, e de um outro no Casal da Mira, e de um outro no Zambujal. Vários anos depois de terem sido prometidos esses centros, o que chegou à Amadora mais parecido com eles fui eu, que sou médico”, gracejou.

(...)

Notícia Jornal da Região/Sílvia Rodrigues

domingo, 13 de setembro de 2009

Convenção Autárquica da Coligação AMADORA TEM FUTURO

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Os lugares do auditório da Escola das Profissões foram poucos para acolher todos os candidatos e apoiantes que quiseram marcar presença na Convenção Autárquica da Coligação AMADORA TEM FUTURO, que decorreu ontem.

Carlos Silva, presidente do PSD Amadora, abriu os trabalhos lançando um forte apelo à mobilização e à participação geral.

De seguida falou o vice-presidente do PSD, Paulo Mota Pinto, que salientou as extraordinárias qualidades políticas e humanas do candidato à presidência da Câmara da Municipal da Amadora, Jorge Roque da Cunha.
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João Paulo Castanheira, presidente do CDS-PP Amadora e candidato à presidência da Assembleia Municipal, focou a sua intervenção na importância da mudança de paradigma na gestão autárquica do concelho, referindo que é necessário um novo patamar de exigência, em que prevaleçam valores como a honestidade, a seriedade, a transparência e o rigor. O candidato afirmou ainda que a devolução da segurança e da tranquilidade aos cidadãos da Amadora terá que ser a prioridade do próximo mandato.

De seguida falaram os candidatos às presidências das juntas de freguesia, que apresentaram os seus projectos autárquicos e as suas propostas.
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No encerramento da iniciativa, tomou a palavra o candidato à presidência da Câmara Municipal da Amadora, Jorge Roque da Cunha, que logo de início elencou as promessas que o Partido Socialista deixou por cumprir. De seguida, realçou o valor e a qualidade dos candidatos da coligação, salientando que o mês que falta será decisivo para o futuro do concelho, revelando estar cada vez mais convicto de que a vitória da coligação AMADORA TEM FUTURO é possível.

CDS-PP Amadora

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Aniversário do Município da Amadora: CDS considera que gestão PS é um fiasco político

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Na Sessão Solene comemorativa do 30º aniversário do município, o Presidente do CDS-PP Amadora, João Paulo Castanheira, afirmou que “Nunca como agora um partido político utilizou tão despudoradamente os meios do Estado em seu próprio benefício.

Referindo-se à campanha de propaganda lançada pela Câmara Municipal, João Paulo Castanheira referiu que “Em cima de três actos eleitorais, o Presidente da Câmara da Amadora decidiu lançar uma faustosa campanha de propaganda política financiada pelos cofres da autarquia, isto é, paga pelos contribuintes. Uma campanha que tem como único objectivo beneficiar ilegitimamente o Partido Socialista a expensas dos cidadãos e que é, por isso mesmo, imoral e profundamente desrespeitadora dos valores democráticos.

O Presidente do CDS-PP Amadora acrescentou que “Pelas avenidas, praças, rotundas e jardins da nossa cidade espalham-se nada mais, nada menos do que 150 outdoors camarários. Por ali estão, lado a lado com os outdoors do Partido Socialista, com eles partilhando imagens, esquiços e mensagens, numa desconcertante confusão entre Estado e Partido, que remete para uma qualquer democracia progressista da América Latina ou da África Subsariana. Nós temos muita vergonha desta falta de vergonha”.

João Paulo Castanheira elencou, de seguida, a extensa lista de promessas falhadas de Joaquim Raposo, afirmando que “Embora não o possa admitir até o Presidente da Câmara tem a noção clara do fiasco político que representou este seu terceiro e último mandato”.

CDS-PP Amadora

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

SEGURANÇA: coligação AMADORA TEM FUTURO assina compromisso

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Foi num auditório municipal completamente cheio que o candidato à presidência da Câmara da Amadora, Jorge Roque da Cunha, assinou ontem o compromisso com a população da Amadora para a área da segurança, cujo texto está disponível no site da coligação.

Numa intervenção em que elencou as propostas da coligação AMADORA TEM FUTURO para esta área, Jorge Roque da Cunha considerou ser a segurança uma questão prioritária para o futuro da cidade. A Câmara Municipal não pode continuar a alhear-se daquela que é a principal preocupação dos cidadãos, como tem feito até aqui.

O ex-Secretário de Estado da Administração Interna, Nuno Magalhães, reforçou a importância deste tema para a qualidade de vida das pessoas, em particular nas áreas Metropolitanas e disse que a Amadora está numa situação de destaque no triste ranking das cidades mais inseguras do país.

O encerramento da apresentação ficou a cargo do ex-Presidente do PSD, Luís Marques Mendes, que enfatizou as qualidades de Jorge Roque da Cunha, que considera ser o homem certo para elevar a Amadora a um novo patamar de qualidade de vida. Sensibilizou ainda o público presente para a necessidade de todos fazerem um esforço adicional durante a restante campanha. Para Marques Mendes, a missão é difícil, mas a coligação AMADORA TEM FUTURO tem todas as condições para triunfar.

CDS-PP Amadora

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Roque da Cunha defende Observatório de Segurança

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O candidato da coligação Amadora tem Futuro (PSD/CDS/PPM), Roque da Cunha, apontou hoje como prioritária a criação de um Observatório Municipal de Segurança para resolver problemas de insegurança no Município.

"Há um sentimento claro de insegurança no Concelho. Os crimes reportados têm aumentado e a capacidade das forças policiais, apesar do seu esforço, tem algumas limitações", disse aos jornalistas, Roque da Cunha.

O candidato da coligação apresentou hoje o compromisso "A segurança tem futuro", no qual pretende concretizar "uma estratégia municipal de segurança integrada" que concretize um novo conceito de segurança solidária.

"Os principais pontos são o reforço da Polícia Municipal, a criação de uma política de segurança ao nível municipal através de um Observatório Municipal de Segurança e a capacidade de a própria Câmara poder disponibilizar habitação para os agentes da PSP que, no início de carreira, têm grandes dificuldades", disse.

"Por outro lado, fazer um estudo universitário para que se saiba exactamente as causas desta insegurança de forma a encontrarmos as soluções e criar um sistema de videovigilância no sentido de permitir a actividade de prevenção e de acusação em relação aos criminosos", adiantou.

Segundo Roque da Cunha, com este compromisso a coligação Amadora tem Futuro pretende "dar às pessoas a sensação de que no espaço público podem estar à sua vontade e, por isso, é necessário que se apoie o desporto e as instituições culturais, no sentido de permitir que as pessoas façam outras coisas em vez de serem desviadas para a marginalidade".

O candidato da coligação que reúne o PSD, o CDS-PP e o PPM, contou com a presença do antigo líder social-democrata, Marques Mendes, que adiantou aos jornalistas ter-se deslocado à Amadora "em solidariedade e amizade".

"Este não é nenhum sinal de um regresso à vida política activa. É uma manifestação de solidariedade e de amizade para com o meu partido e para com o candidato Jorge Roque da Cunha", adiantou Marques Mendes.

Notícia Diário de Notícias

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Dia dedicado à SEGURANÇA, com a presença de Marques Mendes e Nuno Magalhães

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Amanhã, pelas 18h30, a coligação AMADORA TEM FUTURO assinará, no Auditório Municipal, o seu compromisso para área da segurança.

Estarão presentes nesta cerimónia o ex-Presidente do PSD, Dr. Luís Marques Mendes, e o Porta-Voz do CDS-PP e ex-Secretário de Estado da Administração Interna, Dr. Nuno Magalhães.

Ao longo do dia de amanhã, os candidatos da coligação visitarão todas as esquadras da PSP no concelho da Amadora, bem como a Polícia Municipal e os Guadas Noturnos.

A SEGURANÇA na Amadora tem futuro!

CDS-PP Amadora

domingo, 6 de setembro de 2009

Teresa Caeiro visita Feira da Brandoa

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Esta manhã, os candidatos do CDS-PP às eleições legislativas pelo distrito de Lisboa foram calorosamente recebidos na Feira da Brandoa, concelho da Amadora.

A comitiva do CDS-PP incluiu a deputada Teresa Caeiro, cabeça de lista do partido por Lisboa, acompanhada pelo líder parlamentar, Pedro Mota Soares e pelo presidente da concelhia da Amadora, João Paulo Castanheira.

Os candidatos foram abordados por um grande número de cidadãos – clientes e comerciantes – que se queixaram, sobretudo, da insegurança existente no concelho e dos abusos no rendimento mínimo, pedindo aos deputados do CDS-PP que continuem a lutar para que estes problemas sejam resolvidos.

CDS-PP Amadora

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Coligação AMADORA TEM FUTURO apresenta listas

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A coligação AMADORA TEM FUTURO apresentou hoje, no Tribunal da Amadora, as listas de candidatura às próximas eleições autárquicas.
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Jorge Roque da Cunha, candidato à Presidência da Câmara Municipal, e João Paulo Castanheira, candidato à Presidência da Assembleia Municipal, foram acompanhados por dirigentes locais do PSD, do CDS-PP e e do PPM.
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CDS-PP Amadora

sábado, 1 de agosto de 2009

Requalificação da Cova da Moura arrasta-se: mais um fiasco socialista

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Apesar de sucessivos anúncios públicos por parte do Governo e da Câmara Municipal da Amadora, o projecto de requalificação do bairro da Cova da Moura arrasta-se sem início à vista.

A iniciativa “Bairros Críticos” – que prometia requalificar os bairros da Cova da Moura, Lagarteiro e Vale da Amoreira - foi lançada pelo Governo Socialista há precisamente 4 anos, mas no bairro do concelho da Amadora continua tudo por fazer.

Demonstrando uma anormal falta de bom senso, o Secretário Estado do Ordenamento do Território, João Ferrão, mostrava há dias o seu regozijo com a dinâmica do projecto, dando como exemplo a colocação de placas toponímicas nas ruas da Cova da Moura. Haja vergonha!

A candidatura da coligação AMADORA TEM FUTURO visitou hoje o bairro da Cova da Moura, na companhia de dirigentes da comunidade cabo-verdiana. Estiveram presentes o candidato à Presidência da Câmara Municipal, Jorge Roque da Cunha, o candidato à Presidência da Assembleia Municipal, João Paulo Castanheira e os candidatos à Presidência das Juntas de Freguesia da Buraca e da Damaia, respectivamente Pedro Reis e Fernando Jorge.
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CDS-PP Amadora

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Coligação AMADORA TEM FUTURO apresenta candidatos

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O auditório municipal foi o palco escolhido por João Castanheira para a sua apresentação à presidência da Assembleia Municipal da Amadora. Paulo Portas marcou presença para apoiar os candidatos.

No auditório municipal dos Paços do Concelho foram apresentados os cabeças de lista da coligação Amadora tem Futuro à presidência da Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia. A apresentação contou com as intervenções do mandatário da candidatura, Paulo Pinto de Albuquerque, do candidato a presidência da Câmara Municipal da Amadora, Jorge Roque da Cunha, do candidato à presidência da Assembleia Municipal, João Paulo Castanheira, e de representantes do PSD e do PPM.

O candidato criticou o trabalho levado a cabo pelo executivo do presidente Joaquim Raposo, no que concerne às obras do Parque Delfim de Guimarães. "Com o clima de insegurança que ali se vive, o presidente da câmara decidiu construir uma vedação, uma espécie de galinheiro em volta da velha pérgula onde se concentram os marginais. Claro está que depois de montada a vedação e destruído um espaço que é uma referencia histórica para a cidade da Amadora, os marginais lá continuam, só que agora em redor da vedação", afirmou.

Decidido a apontar o dedo ao presidente da câmara, João Castanheira continuou a enumerar as falhas do executivo: "A verdade é que no programa com que venceu as ultimas eleições autárquicas, o actual presidente da câmara se comprometeu a construir o Centro de Saúde da Reboleira, a apoiar a construção do Centro de Saúde da Buraca, a criar centros de saúde ou unidades de cuidados familiares em São Brás, Casal da Mira e Zambujal, a promover a construção de um hospital de retaguarda, a apoiar o estabelecimento de uma rede de cuidados continuados... Está tudo escrito, mas nada esta feito."

No que diz respeito às propostas da sua candidatura, o candidato revelou que serão apresentadas em breve mas que se destacam nas áreas da saúde, desporto, segurança, acção social, ambiente e transparência na gestão autárquica.

A cerimónia de apresentação terminou com a intervenção do líder do CDS-PP, Paulo Portas.

CANDIDATO À PRESIDENCIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL:
João Paulo Castanheira

CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DAS JUNTAS DE FREGUESIA:

Alfornelos: Abílio Piteira
Alfragide: Beatriz Azevedo
Brandoa: Miguel Gaudêncio
Buraca: Pedro Reis
Damaia: Fernando Jorge
Falagueira: Armando Cruz
Mina: João Matos
Reboleira: Maria José Fonseca
São Brás: Bento Velhinho
Venda Nova: José Pessanha
Venteira: Ricardo Carmo

Notícia jornal A Tribuna/Denise Albuquerque

terça-feira, 28 de julho de 2009

Teresa Caeiro visita Unidos de Cabo Verde, na Amadora

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A Deputada Teresa Caeiro e os dirigentes concelhios do CDS-PP da Amadora visitaram hoje as instalações da Associação Unidos de Cabo Verde (AUCV), no bairro do Casal da Mira.

A AUCV é uma das mais activas Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho. Criada há mais de 20 anos, desempenha um relevante trabalho de apoio social, económico e cultural à população mais carenciada dos bairros do Casal da Mira e do Casal da Boba.

Actualmente, a AUCV dispõe de um Gabinete de Apoio à população, um Jardim de Infância e um Centro de Estudos, onde desenvolve um notável trabalho de inclusão social.

O projecto mais visível da AUCV é a Orquestra Geração, que resulta de um parceria com o Centro Comercial Dolce Vita Tejo e o Conservatório Nacional de Música. Esta iniciativa retirou da rua dezenas de crianças e elevou a auto-estima de uma população que se pode agora orgulhar dos seus jovens músicos.

A comitiva do CDS-PP foi recebida pelo Vice-Presidente da instituição, Malan Seidi e por aquela que é a grande dinamizadora desta associação, Maria João Marques.

Instituições como a AUCV fazem de Portugal um país menos injusto, chegando onde o Estado não consegue chegar.

CDS-PP Amadora

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Casa cheia na apresentação de candidatos da coligação AMADORA TEM FUTURO

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Foram ontem apresentados, perante um Auditório Municipal completamente cheio, os cabeças de lista da coligação AMADORA TEM FUTURO à presidência da Assembleia Municipal e das Juntas de Freguesia.

A apresentação contou com as intervenções do Mandatário da Candidatura, Paulo Pinto de Albuquerque, do candidato à presidência da Câmara Municipal da Amadora, Jorge Roque da Cunha, do candidato à presidência da Assembleia Municipal, João Paulo Castanheira, e de representantes do PSD e do PPM.

A cerimónia de apresentação terminou com a intervenção do Presidente do CDS-PP, Paulo Portas.

Tem sido notável a adesão dos amadorenses a esta candidatura. É visível a existência de um sentimento de esperança na mudança corporizada por esta candidatura.


Candidato à Presidência da Assembleia Municipal
João Paulo Castanheira

Candidatos à Presidência das Juntas de Freguesia
Alfornelos: Abílio Piteira
Alfragide: Beatriz Azevedo
Brandoa: Miguel Gaudêncio
Buraca: Pedro Reis
Damaia: Fernando Jorge
Falagueira: Armando Cruz
Mina: João Matos
Reboleira: Maria José Fonseca
São Brás: Bento Velhinho
Venda Nova: José Pessanha
Venteira: Ricardo Carmo

CDS-PP Amadora

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Paula Portas na apresentação de candidatos da coligação AMADORA TEM FUTURO

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O líder do CDS-PP defendeu hoje que os programas sociais a funcionar em bairros das áreas metropolitanas devem ser avaliados, considerando que alguns se limitam a distribuir rendas gratuitas e rendimentos mínimos que não incentivam as pessoas a responsabilizar-se.

"É necessário avaliar os programas sociais que funcionam nos bairros. Os programas sociais que funcionam devem ser apoiados, os que não funcionam deve-se pensar noutros porque não vale a pena estar a empenhar recursos públicos naquilo que não funciona", disse Paulo Portas à Agência Lusa.

O líder do CDS-PP referiu que "existem programas sociais que funcionam, que conseguem aumentar a empregabilidade dos jovens, o respeito pelo património e a protecção da habitação social", mas lembrou que existem outros que devem ser repensados porque "se limitam a distribuir rendas gratuitas e rendimentos mínimos que não incentivam as pessoas a procurar alterar o seu destino, a aceitar ofertas de emprego ou a responsabilizar-se".

"É nestes eixos que é estruturada a nossa política de segurança. São medidas como estas, onde há uma clara noção de que a segurança é uma prioridade, e isso o CDS pode garantir", disse.

"Há uma clara noção de que precisamos de proteger a polícia e ter mais policiamento. Uma clara noção de que precisamos de leis penais firmes e tribunais que funcionem e que transmitam confiança. E uma clara noção de que os programas sociais têm que ser apoiados para verificar os que funcionam", adiantou Paulo Portas.

O líder do CDS-PP participou hoje na apresentação do candidato da coligação "Amadora tem Futuro" (PSD, CDS-PP e PPM) à Assembleia Municipal da Amadora, João Paulo Castanheira, numa iniciativa que decorreu no auditório da Câmara Municipal da Amadora.

A apresentação do candidato à presidência da Assembleia Municipal da Amadora contou com as presenças de Carlos Carreiras, presidente da Distrital de Lisboa do PSD e do vice-presidente do Partido Popular Monárquico, Gonçalo da Câmara Pereira.
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Notícia Lusa/Expresso

sábado, 18 de julho de 2009

Coligação AMADORA TEM FUTURO apresenta candidatos à Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia

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Na próxima 4ª feira, dia 22, às 18h30, terá lugar a apresentação da candidatura da coligação AMADORA TEM FUTURO à Presidência da Assembleia Municipal da Amadora.

João Paulo Castanheira, Presidente do CDS-PP Amadora e membro da Comissão Política Nacional do CDS-PP, encabeça a lista da coligação.

A apresentação decorrerá no auditório da Câmara Municipal da Amadora e contará com a participação do Presidente do CDS-PP, Dr. Paulo Portas e do Vice-Presidente do PSD, Dr. Paulo Mota Pinto.

Nesta ocasião, serão também apresentados os candidatos da coligação à presidência das 11 Juntas de Freguesia do concelho.

Contamos com a sua presença. Aqui começa uma caminhada que irá mudar o futuro desta cidade!

CDS-PP Amadora

terça-feira, 14 de julho de 2009

Damaia: Paulo Portas visita associação

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Conhecida a sua preocupação com as questões sociais e a segurança, o líder do CDS-PP, Paulo Portas, esteve na Damaia para conhecer uma das maiores instituições de apoio social da freguesia, a Associação Amigos da Damaia.

“Se as instituições particulares de solidariedade social, as misericórdias e as paróquias fizessem greve, o país ficava em estado de coma social, porque são elas que muitas vezes substituem o Estado”, alerta o político.

Aproveitando o périplo que está a fazer por várias instituições na área da Grande Lisboa, o líder do CDS-PP critica o Governo sobre a implementação do código contributivo que em nada apoia estas instituições. "Estas casas têm orçamentos limitados e é um erro estar a pedir-lhes que paguem mais impostos e contribuições, quando o investimento público devia ser mais selectivo”, frisou ainda. “O braço efectivo da solidariedade em Portugal são estas instituições sociais”, assume Portas.

Durante a visita que fez à Damaia, o político ficou a conhecer o trabalho feito pela Associação Amigos da Damaia há 35 anos. A associação ocupa, desde o ano passado, instalações novas financiadas pela Câmara da Amadora, onde funcionam as várias vertentes educativas e desportivas. “Temos 180 crianças distribuídas pelo berçário, creche, jardim-de-infância e ATL, 300 praticantes de desporto e 26 funcionários”,diz Carlos Carquejo, vice-presidente. Contudo, esta IPSS tem vindo a debater-se com alguns problemas de funcionamento. “Ainda não conseguimos os acordos com a Segurança Social porque localizaram algumas deficiências no edifício. Há pequenos requisitos normativos que não estão cumpridos”, lamenta Carlos Carquejo. "Estamos à espera que a Câmara resolva esses pequenos problemas, como a colocação de uma divisória no refeitório e as barras de segurança no 1.º piso”, acrescenta.

A visita que fez à Damaia aconteceu apenas alguns dias depois do incidente ocorrido junto ao Bairro de Santa Filomena, onde dois agentes da PSP foram baleados. Mostrando solidariedade com os agentes das forças de segurança, Paulo Portas criticou duramente a posição do Governo sobre esta matéria. “As pessoas sentem que há impunidade e que o Estado baixa os braços. O trabalho que a polícia faz é traído pelas leis e pelos tribunais”,lamenta.

Para o líder do CDP-PP é altura de se fazer uma avaliação dos programas sociais nos bairros. “Conheço bairros onde se está a fazer um bom trabalho e outros onde se limitam a atribuir o rendimento social e não existe mais acompanhamento”,alerta. Segundo Paulo Portas, um passo importante seria “a escolha de uma instituição em cada um desses locais e entregar-lhes a gestão do bairro. Porque são essas instituições que convivem diariamente com as necessidades dos seus moradores”, justifica.

Notícia Jornal da Região/Sílvia Rodrigues

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Paulo Portas visita Associação dos Amigos da Damaia

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje a necessidade de contratualizar programas que permitam às instituições sociais ter uma maior acção na gestão dos bairros considerados problemáticos, onde convivem diariamente com as dificuldades das populações.

Durante uma visita à Associação dos Amigos da Damaia, na Amadora, o responsável afirmou que se as instituições particulares de solidariedade social, as misericórdias e mesmo as paróquias entrassem em greve, o país ficaria "em coma a nível social", uma vez que estas entidades são "o braço da solidariedade" que "chega onde o Estado não chega".

"Onde o Estado falha, eu escolheria uma instituição social de referência, entregava-lha a gestão de parte dos problemas e o Estado humildemente contratualizaria programas sociais. O Estado não convive diariamente com os problemas das pessoas, ao contrário dessas instituições", disse Paulo Portas, considerando que a validação de competências às associações é preferível à actual ineficácia de muitos programas de acompanhamento.

O dirigente, que até Setembro quer visitar "cerca de 90 por cento" das maiores associações sociais da Amadora, Loures, Odivelas e Sintra, apontou o clima de insegurança como uma das principais dificuldades dos bairros mais carenciados da Área Metropolitana de Lisboa e lamentou que estas zonas sejam "esquecidas" quando não são palco de crimes ou conflitos mediáticos.

"O Estado baixa os braços, mas a situação não é mais sustentável. Há muita gente por aqui que, mesmo que não o diga, pensa como nós, que está farta do clima de insegurança, da impunidade", referiu.

Apontando o incidente ocorrido domingo no Bairro de Santa Filomena (Amadora), onde dois polícias foram baleados por presumíveis assaltantes, Paulo Portas mostrou a sua "firme solidariedade" para com os agentes das forças de seguranças e apelou aos poderes públicos - municipais e central - para ajudarem a criar um ambiente de trabalho, respeito, esforço e solidariedade nas áreas mais carenciadas.

Para ajudar a criar esse ambiente, o responsável quer mais apoios para as instituições sociais e critica a discussão do novo Código Contributivo, que implica um aumento de pagamentos à Segurança Social.

"É um erro estar a pedir mais impostos às instituições, que têm orçamentos limitados e poucos recursos para estar a encher as arcas do Estado", defendeu.

Notícia Lusa/Jornal Público

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Coligação AMADORA TEM FUTURO assina compromisso na área da saúde

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A coligação AMADORA TEM FUTURO – que junta o PSD, o CDS-PP e o PPM – dedicou o dia de ontem ao sector da saúde.

De manhã, os candidatos visitaram o Hospital Fernando da Fonseca e o Centro de Saúde da Damaia, na companhia da Deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.

À tarde, a candidatura visitou os restantes centros de saúde do concelho da Amadora.

O dia terminou com a apresentação do compromisso “A Saúde na Amadora tem Futuro”, que reúne as propostas da coligação para a área da saúde. Esteve presente a Dra. Paula Teixeira da Cruz.

Esta iniciativa contou com a presença de Jorge Roque da Cunha, candidato à presidência da Câmara Municipal da Amadora indicado pelo PSD e João Paulo Castanheira, candidato à presidência da Assembleia Municipal da Amadora indicado pelo CDS-PP.

Numa cidade onde florescem obras inúteis, como uma pista de ski, é inaceitável que a Câmara Municipal se demita em absoluto do sector da saúde, agravando os problemas decorrentes da falta de investimento da administração central.

CDS-PP Amadora

quarta-feira, 17 de junho de 2009

AMADORA TEM FUTURO - Sala cheia na apresentação da candidatura



Sala cheia e muito entusiasmo marcaram a apresentação da candidatura da coligação AMADORA TEM FUTURO às eleições autárquicas de 2009.
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O auditório municipal foi pequeno para receber todos os interessados em assistir ao lançamento da candidatura de Jorge Roque da Cunha, que encabeça uma equipa que reúne o PSD, o CDS-PP, o PPM e muitos independentes interessados em dar um novo rumo e uma nova vida à Amadora.
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Estiveram presentes o Secretário-Geral do CDS-PP, João Almeida, e o Vice-Presidente e Coordenador Autárquico do PSD, Castro Almeida.
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A coligação AMADORA TEM FUTURO parte para as autárquicas com a ambição de vencer e pôr fim a 30 anos de gestão de esquerda, que não resolveu os problemas estruturais do município. Quase 10% da população continua a viver em barracas e os problemas de segurança agravam-se de dia para dia.
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Jorge Roque da Cunha, ex-Deputado e ex-Secretário-Geral adjunto do PSD é o candidato à Presidência da Câmara Municipal.
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João Paulo Castanheira, Deputado Municipal, Presidente da Concelhia e Membro da Comissão Política Nacional do CDS-PP é o candidato à Presidência da Assembleia Municipal.
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CDS-PP Amadora

Apresentação da candidatura da coligação PSD/CDS-PP à Câmara da Amadora

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Após a apresentação do candidato da coligação CDS-PP e PSD à presidência da Câmara da Amadora, Jorge Roque da Cunha, o secretário-geral do CDS-PP, João Almeida, afastou hoje um cenário de coligação pré-eleitoral com o PSD para as legislativas, considerando que as eleições europeias confirmaram «que os dois partidos, concorrendo separadamente, podem crescer».

O secretário-geral do CDS-PP considerou que esta coligação partidária faz sentido somente no plano local e adiantou que a existência de «pontos de vista comuns entre o PSD e o CDS» traz vantagens às populações.

«Isso a nível local é normalmente mais fácil do que em termos nacionais. Há vários concelhos em que o CDS-PP e o PSD apresentaram projectos comuns, que vão ao encontro da esmagadora maioria dos cidadãos e ganham-se câmaras, e noutros ficam muito perto disso, como na Amadora, onde esperamos ganhar desta vez», referiu.

A apresentação do candidato da coligação à presidência da Câmara da Amadora, Jorge Roque da Cunha, contou com a presença de Castro de Almeida, vice-presidente e coordenador nacional autárquico do PSD.

Castro de Almeida disse à agência Lusa que «as coligações autárquicas têm uma natureza iminentemente de interesses locais» e adiantou que «a lógica do PSD é que sejam as estruturas locais a identificar os entendimentos locais para o serviço das populações».

«Não são as cúpulas dos partidos que decidem as coligações, são as estruturas locais que as decidem», adiantou o coordenador nacional autárquico do PSD, justificando a apresentação de um candidato coligado com o CDS-PP.

Castro de Almeida adiantou que o partido já aprovou mais de 280 cabeças de lista às eleições autárquicas, faltando «pouco mais de vinte municípios» conhecerem os seus candidatos. «É um processo que está a ser mais rápido do que é habitual», disse.

Agência Lusa

sexta-feira, 12 de junho de 2009

AMADORA TEM FUTURO - Apresentação da Candidatura


A Amadora tem Futuro!

Na próxima terça-feira, dia 16 de Junho, às 18h30, será apresentada a candidatura da coligação PSD/CDS-PP à Câmara Municipal da Amadora.

A cerimónia decorrerá no Auditório da Câmara Municipal da Amadora e contará com a presença do Dr. Rui Rio, Vice-Presidente do PSD e do Dr. João Almeida, Secretário-Geral do CDS-PP.

Depois de 30 anos de esquerda, chegou a hora de virar a página na Amadora.

CDS-PP Amadora

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eleições Europeias: PS afunda-se na Amadora

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Também na Amadora parece ter chegado a hora da mudança: em conjunto o PSD e o CDS-PP atingiram nas eleições europeias de ontem os 29,5%, ultrapassando o PS. O somatório dos votos dos dois partidos deixou para trás a votação socialista em muitas das freguesias do concelho: Alfornelos, Alfragide, Reboleira, São Brás e Venteira.

Em 2005, o Partido Socialista tinha ganho as eleições europeias na Amadora com 23% de vantagem sobre a coligação PSD/CDS. O partido de Joaquim Raposo perdeu agora quase metade dos votos que tinha obtido há 5 anos.
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O CDS-PP obteve no concelho da Amadora 7,5% dos votos, chegando aos 10% em Alfragide e aos 9% em Alfornelos.

CDS-PP Amadora

A vergonha das sondagens


Ao contrário do que era previsto por todas as sondagens, o PS foi ontem cilindrado pelos Portugueses nas Eleições para o Parlamento Europeu. Perdeu as eleições com estrondo e ficou sem 5 dos seus 12 deputados.

Também ao contrário do que previam todas as sondagens, o CDS-PP atingiu 8,4%, mantendo os seus dois lugares no Parlamento Europeu.

O que terá a dizer, o centro de sondagens da Universidade Católica, que sistematicamente atribuía ao CDS-PP uma estimativa de votação de 2% e que a escassos 2 dias das eleições - aflito com a realidade que se avizinhava - subiu a previsão para 4%?

Este e outros centros de sondagens falham repetidamente na votação do CDS-PP por 100% 200% ou 300%, sem que tenham que prestar contas pelo seu lastimável trabalho.

Não existindo dados que apontem para uma tentativa de manipulação do acto eleitoral, estes repetidos e gigantescos erros apontam, no mínimo, para uma grosseira incompetência, que pode afectar as regras do jogo democrático, desviando para outros partidos eleitores que em circunstâncias normais votariam no CDS.
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À beira das eleições, o que diziam a diferentes sondagens em relação ao CDS?
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Marktest (TSF, Diário Económico): 3,3%! ERRO DE 155%
Intercampus (TVI, RCP): 3,5%! ERRO DE 140%
Universidade Católica (RTP, Antena 1, DN, JN): 4,0%! ERRO DE 110%
Aximagem (Correio da Manhã): 5,0%! ERRO DE 68%
Eurosondagem (SIC, Expresso): 6,1! ERRO DE 38%
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Por outro lado, todas as sondagens - com excepção da Marktest - apontavam para uma vitória eleitoral do PS. Vá lá saber-se porquê...
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Alguém que devolva esta gente aos bancos das universidades, para uma reciclagem urgente.

CDS-PP Amadora

Depois de mais um fiasco grosseiro das sondagens: Paulo Portas quer apertar regras

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O CDS vai apresentar brevemente um projecto de lei para apertar as regras relativas à elaboração e divulgação de sondagens, apurou o Expresso.

Os centristas estão a preparar esta iniciativa desde as eleições regionais dos Açores, onde aconteceu o mesmo que agora, nas europeias: a maioria das sondagens colocou o CDS muito abaixo do que viria a ser o resultado do partido. O que se passou nestas eleições foi a gota de água e criou as condições para o CDS avançar com o seu projecto.

"É inadmissível, numa democracia adulta, que se tente influenciar a vontade dos eleitores desmotivando-os a votar ou procurando suscitar o voto noutros partidos, porque em Portugal o mercado das sondagens não está regulado", disse Paulo Portas no seu discurso de ontem à noite. "Não é aceitável que nas legislativas se repita o erro", avisou o líder centrista.

Por essa razão, o CDS quer ver a sua iniciativa discutida e votada ainda antes do fim de legislatura, de modo a que as legislativas já cumpram novas regras.

Segundo o Expresso apurou, uma das hipóteses que está a ser ponderada pelos centristas é a proibição da divulgação de sondagens durante o período oficial de campanha eleitoral. Uma norma que, a avançar, não teria paralelo na União Europeia.

No seu discurso da noite eleitoral, Paulo Portas atacou as empresas de sondagens e, em particular, o centro de sondagens da Universidade Católica, que chegou a prever 2% para o CDS (embora tenha corrigido esse valor, na última sexta-feira, para 4%).

"Nem o melhor resultado em sondagem se aproximou da fasquia mais baixa em todas previsões desta noite", lembrou Portas, invocando depois a sua condição de ex-aluno da Universidade Católica para disparar: "Lamento que o nome da Católica seja utilizado para enganar o eleitorado relativamente ao nosso partido.

"O CDS tem conduzido, a partir do call-center instalado na sede do partido, as suas próprias sondagens. No caso destas europeias, responsáveis do partido disseram ao Expresso, cerca das 19h00 de ontem, dia das eleições europeias, que esperavam um resultado próximo dos 9%.

Daí a frase dita por Portas ao fim da noite: "O CDS surpreendeu toda a gente excepto nós, que sabíamos que íamos subir."

Jornal Expresso

domingo, 17 de maio de 2009

Paulo Portas visita a Brandoa

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje a necessidade de apoiar fiscalmente as pequenas e médias empresas, através das quais considera ser possível combater o desemprego por "garantirem" dois milhões de postos de trabalho.

Durante uma visita à Feira da Brandoa, no concelho da Amadora, o responsável afirmou que a sociedade portuguesa precisa de um "elevador social", que permita aos mais desfavorecidos obter melhores condições de vida pelo esforço e pelo talento.

Paulo Portas afirmou que essa mudança apenas será viável com a criação de mais oportunidades de emprego, o que, na sua opinião, não irá acontecer com "ilusões" patentes em algumas das grandes obras públicas projectadas pelo actual executivo socialista.

"Neste momento há meio milhão de desempregados, em 25 anos nunca se viu tal coisa. Os portugueses acham que é o TGV ou o novo aeroporto que os vão arranjar? Quem vai arranjar são as micro empresas", afirmou, sublinhando que ajudar estas iniciativas equivale a salvar postos de trabalho já existentes e a criar muitos outros.

O líder partidário defendeu medidas "rápidas e eficazes" para apoiar as 280 mil empresas desta dimensão, já que estas "podem garantir dois milhões de empregos".

O responsável criticou ainda a política de segurança do Governo socialista, exigindo mais policiamento, um maior reconhecimento da autoridade das forças de segurança e o fim da impunidade.

Durante a visita à Feira da Brandoa - onde esteve acompanhado pelo candidato democrata-cristão às eleições europeias, Nuno Melo, Paulo Portas recebeu abraços e elogios de vendedores e clientes, mas foi também alvo de algumas críticas. Algumas pessoas pediram-lhe para "fazer melhor do que os outros" e aplaudiram a sua ida ao local para "ver como é a vida de quem trabalha", mas outras lamentaram que os políticos apenas se lembrem "dos pobres" quando "precisam de votos".

Notícia LUSA/Jornal PÚBLICO

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Europeias: CDS aposta em temas nacionais

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O CDS-PP colocou esta quarta-feira os primeiros cartazes da sua campanha para as eleições ao Parlamento Europeu, centrados em temas nacionais como as pensões de reforma, impostos e segurança, assumindo as europeias como “a primeira volta das legislativas”.

Os cartazes, cerca de 800, foram distribuídos por todo o país e resumem as principais “bandeiras” e temas a que o CDS-PP tem dado prioridade na Assembleia da República: segurança, pensionistas, impostos e educação, entre outros.

Paulo Portas afirma que a opção por temas nacionais é assumida, uma vez que, a eleição europeia “é a primeira volta das legislativas e o primeiro sinal que os cidadãos vão dar”.

“Essa é uma opção nossa. Nós não esquecemos que esta não é uma eleição abstracta. É de um país concreto num tempo concreto. Dizemos aos pensionistas: censurem que quem vos prejudicou, apoiem quem vos apoiou”, acrescentou.

Com a imagem do cabeça-de-lista, Nuno Melo, do lado esquerdo, sobre um fundo azul, a mensagem é sempre igual na forma, diferindo no conteúdo: “Não andamos a brincar aos políticos. Soluções sérias para Portugal”; “Não andamos a brincar aos polícias. Soluções sérias para a Segurança”; “Não andamos a brincar com os pensionistas. Soluções sérias para reduzir a pobreza” são algumas das frases que se podem ler nos cartazes.

“Não andamos a brincar às avaliações. Soluções sérias para a Educação”; “Não andamos a brincar aos impostos. Soluções sérias para os contribuintes”; “Não andamos a brincar aos bancos. Soluções sérias para emprego e empresas”; “Não andamos a brincar aos valores. Soluções sérias para as famílias” e “Não andamos a brincar com os agricultores. Soluções sérias para o mundo rural” completam a mensagem escolhida pelo CDS-PP.

Assumindo igualmente que o CDS-PP encara as eleições para o Parlamento Europeu como “a primeira volta das legislativas”, o secretário-geral democrata-cristão, João Almeida, defendeu que os cartazes reflectem também temas europeus.

“Nós já tínhamos dito que a campanha servirá para marcar as diferenças do CDS-PP face ao Governo. Mas quando falamos de agricultura estamos a falar de temas europeus. Os subsídios de que falamos são europeus”, disse.

Notícia Expresso

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Paulo Portas visita Centro Social Paroquial de São Brás, na Amadora


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje “políticas mais ousadas” de apoio às instituições particulares de solidariedade social e sustentou que seria “uma asneira e um absurdo aumentar os custos do trabalho” das IPSS.

“São estas instituições que tornam o país, apesar de tudo menos injusto. São estas que diminuem os factores sociais negativos que ainda existem. Seria uma asneira e um absurdo aumentar as contribuições das IPSS para a Segurança Social”, afirmou Paulo Portas.

O líder do CDS-PP falava aos jornalistas no final de uma visita ao Centro Paroquial de São Brás, Amadora, que mantém um centro de dia para idosos através de protocolos com a Segurança Social, e acolhe cerca de 100 crianças “sem qualquer ajuda do Estado”.

Notícia Lusa/Expresso

terça-feira, 5 de maio de 2009

CDS apresenta queixa contra o centro de sondagens da Católica

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O porta-voz do CDS-PP, Pedro Mota Soares, anunciou esta segunda-feira, que o partido vai apresentar uma queixa junto da Entidade Reguladora da Comunicação Social sobre a última sondagem da Universidade Católica, considerando que “ou há erro ou má-fé”.

Em conferência de imprensa, o deputado Pedro Mota Soares sustentou que, tendo em conta o histórico das sondagens do Centro de Estudos e Sondagens de Opiniões (CESOP) da Universidade Católica, “ou há erro na amostra, e isso parece óbvio, ou está mesmo de má-fé”.

“Esta empresa de sondagens deu sempre resultados negativos ao CDS-PP”, afirmou Pedro Mota Soares, frisando que na última deu dois por cento de intenções de voto, o que “nunca aconteceu em 30 anos de história do partido”.

Mota Soares deu como exemplo as sondagens do CESOP das legislativas de 2002, em que “a dois meses das eleições”, que se realizaram a 17 de Março, davam 2,7 por cento ao CDS-PP que veio a ter 8,8 dos votos.

Nas de 20 de Fevereiro de 2005, frisou, uma sondagem do CESOP publicada a 27 de Novembro de 2004, dava o CDS-PP com três por cento. O CDS teve 7,3 por cento nessas eleições”, frisou, insistindo que “perante este engano sistemático, há uma lógica de desmotivar o CDS”, que irá entregar uma queixa à ERC, entidade que tem, entre as suas competências, “regular e acompanhar a realização e publicação” de sondagens de opinião.

CDS com Antena 1